sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Concessionários do Espírito Santo



 João VIII
Houve em 857 um Papa João VIII que na verdade era uma Papisa. Papisa Joana que, ao dar a luz durante uma procissão, morreu a pontapés desferidos pelos padres que a seguia. Governou a igreja por dois anos e sete meses
Papa da Igreja Católica Romana (872-882) nascido em Roma, eleito em 13 de dezembro (872) sucessor de Adriano II (867-872), cuja ação mais marcante no seu pontificado para a história do catolicismo foi a decretação da canonização dos santos (880). O papa de número 108 faleceu envenenado em 16 de dezembro, em Roma, e foi sucedido por Marino I (882-884).A primeira vítima de envenenamento  foi João VIII, mas ele acabou morto a golpes de martelo pois o preparado demorou a fazer efeito. Não confundir com o antipapa João VIII (844).

Leão V (903)
O Papa Leão V foi consagrado em agosto de 903, sucessor de Bento IV, governou a igreja por menos de dois meses. Uma das facções lideradas por um Capelão chamado Cristóvão tumultuou as ruas da cidade e nesta desordem Leão V fora preso , arrastado a uma prisão e morto misteriosamente. As boas línguas atribuem sua morte a Sérgio III que o sucedeu.

João X (914)
O Papa João X eleito em março de 914, sucessor de Lando em uma eleição marcadamente influenciada por Theodora, irmã e rival da Senatriz Marócia, então casada com Alberico I. Um casal de devassos que dominava Roma. O Pontífice foi deposto, aprisionado e asfixiado em maio de 928 por capangas de Marócia a mando de uma das filhas de sua amante.

Bento VI (973)
O Papa Bento VI teve sua eleição confirmada pelo Imperador em 19 de janeiro de 973 . Durante seu pontificado confirmou os privilégios de várias igrejas e mosteiros. O mais importante foi seu fim trágico. Bento VI foi feito prisioneiro  no Castelo Santo Angelo por uma facção da nobreza liderada por Crescêncio, irmão do Papa João XIII, e pelo Diácono Bonifácio que o sucederia como Papa Bonifácio VII. Em outubro de 974, após dois meses prisioneiro, foi estrangulado por ordem de Bonifácio VII para evitar que fosse libertado pelo Imperador Otão II.



Celestino V (1294) 
O Papa Celestino V governou a igreja  durante alguns meses do ano 1294. De caráter fraco, submisso e desajustado para o cargo, deixou-se iludir por Carlos II Rei de Nápolis, mudando para seu reino onde distribuiu privilégios e cargos aos amigos. Sua morte foi atribuída a um envenenamento ordenado por seu sucessor Bonifácio VIII. Canonizado como São Pedro Celestino.
 
Benedito XI (1303-1304)
Quando eleito Papa, adotou o nome de Bento XI e desde logo procurou fazer a paz, retira a excomunhão da família Colona que incluía dois cardeais mas a oferta é recusada originando vários tumultos populares o que leva o Papa a abandonar Roma e  refugiar-se em Perúgia. Adoeceu repentinamente em 29 de junho de 1304 e faleceu misteriosamente nove dias depois, em 7 de julho de 1304. Alega-se que lhe foi dado vidro moído misturado a figos.
Paulo II

Alexandre VI (1492-1505)
Considerado o pior de todos os Papas, foi consagrado gestor da igreja em 10 de agosto de 1492 até morrer envenenado com uma dose de arsênico em 19 de agosto de 1503. Seu pontificado é um paradigma de corrupção papal ocasionada pela invasão dentro da igreja, mais tarde este fato foi usado como desculpa para a separação dos protestantes. Alexandre VI foi, sem dúvida, um papa corrupto, pouco dado às virtudes cristãs.Teve pelo menos sete filhos, entre os quais, César e Lucrécia Bórgia

Leão X (1513-1521)
Já Leão X teria sido vítima de uma tentativa frustrada de assassinato: cinco Cardeais teriam contratado um cirurgião para tratar-lhes as hemorroidas introduzindo-lhe veneno no ânus, mas a trama foi descoberta a tempo.

João Paulo I(1978)
O Papa João Paulo I, denominado de Papa Sorriso, foi pontífice durante o curto período de 26/08/1978 a 28/09/1978. O momento de sua morte, apenas um mês depois de sua eleição para o papado, e alegadas dificuldades do Vaticano com os procedimentos cerimoniais e legais, juntamente com declarações feitas após sua morte, fomentaram várias teorias da conspiração. Um autor britânico escreveu extensivamente sobre crimes não resolvidos e teorias da conspiração, e em seu livro “Em Nome de Deus” sugeriu que João PauloI morreu porque estava prestes a descobrir escândalos financeiros envolvendo o Vaticano. O Banco do Vaticano era o principal parceiro do Banco Ambrosiano e com a morte súbita do Papa João Paulo I em 1978 surgiram rumores de que haveria ligações com as operações ilegais daquela instituição. O Banco do Vaticano foi acusado de desviar verbas secretas dos EUA, do Sindicato Solidariedade da Polônia  e os Contras da Nicarágua por meio do Banco Ambrosiano.
Fomos colonizados por ibéricos, herdamos sua cultura, seus costumes e sua fé. Não sabemos se, com a miscigenação, eles foram dominantes ou recessivos. O certo é que nós herdamos seu gene e seu meme. Somos preguiçosos, desonestos e de  baixo QI. Isto dificulta nossa evolução. Nem porisso o mundo acabou.

54 comentários:

  1. Eu queria postar sobre o prévio conhecido resultado do fim do mundo. Mas acho que o esperado fato não se deu por culpa das orações ´protestantes do terceiro mundo e das missas rezadas no Vaticano. A fé movemontanhas e também as protege.

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  2. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    Miranda, seu herege!

    Você veio mesmo estragar o Natal dos confrades, ao expor o lado negro do cristianismo.

    Mas me parece que a extensão de absurdidades em nome de Deus inclui mais gente. Pedro ― o primeiro Papa queria por que queria cortar o prepúcio dos novos convertidos. (rsrs)

    Tudo é culpa do Pastor da Logos e Mithos que lhe indicou para pregar o evangelho da VERDADE, num período em que os anjos cantam: É nascido o Salvador do Mundo!

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  3. ATENÇÃO CONFRADES:

    O Miranda está rico (rsrs).

    Não é brincadeira não! Ele acaba de criar um novo sinônimo para os condutores de ovelhas. A expressão Concessionários do Espírito Santo foi registrada no GOOGLE pela primeira vez, hoje dia 22 às 20.37.

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    1. OPS:

      Ao invés de dia 22, LEIA-SE: "hoje, as 20.37 do dia 21", se o mundo não acabar até a meia noite.

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  4. Caro Levi,

    Não são condutores de ovelhas, simplesmente. Ser uma concessionária da Mercedes Benz, da Ford, ou da Boeing não é exclusividade. Mas ser concessionário do Espírito Santo, há de convir que além do prestígio, pompa e santidade os dividendos são fantásticos. Com sua rede de franquias e imitadores, eles dominam a maior parte do mundo. É um mercado livre que nunca entrega o que vende. Em decadência mas muito rico.

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  5. Fotografaram o Diabo comprando indulgência. (Ilustração do texto)

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  6. Levi, não foi boa ideia em plena época natalina pedir para que o herege-mor nos desse uma palavra...assim quem vai querer se converter à nossa amada igreja L&M? como aumentaremos nossa arrecadação de ofertas?? como construiremos a "Cidade L&M"? como lançaremos nossa Bíblia comentada pela psicanálise freudiana e junguiana que o Levi está escrevendo mas que está com verba curta??

    enfim, Inês é morta. Ou o papa é morto.

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    1. Edu meu caro,

      É que eu pensei que o mundo iria se acabar. Grande parte da população dos países subdesenvolvidos acredita nas lendas dos hebreus, um povo descalço, maltrapilho, analfabetos e escravizadoa que vagavam por desertos. Eu deduzi que os maias por ser um povo que possuia extremo conhecimento em astronomia e tinha noção de grandezas, estaria premonizando algo sustentável. Lêdo engano, ainda bem!

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  7. Miranda

    Eu tenho um opúsculo “A Igreja e os Negócios” de Jacobo Fo, de Perruggia – Itália (prêmio Nobel de literatura em 1997), do qual sublinhei o trecho emblemático, abaixo, que corrobora com o escopo de seu texto:

    “Em 1975, Roberto Calvi, presidente do Banco Ambrosiano, apelidado de “Banqueiro de Deus” (aqui em nosso meio ressalte-se tem muitos nas hostes do evangelho da prosperidade), criou uma rede de estruturas ad hoc formada por filiais off-shore nas Bahamas, uma holding em Luxemburgo. Ao longo dos anos, criou um império que se tornou o ponto central de lavagem de dinheiro do crime organizado. Quando a posição do banqueiro de Deus ficou insustentável, o Ior e a Opus Dei se retiraram tirando-lhe qualquer apoio. Calvi foi preso e após a soltura fugiu para Londres em busca de apoio internacional, ameaçando divulgar documentos bombásticos em seu poder. Em 17 de junho de 1982 foi encontrado morto, enforcado sob a ponte de Black Friars. Em 2007 esse processo ainda não tinha terminado, por que havia forte suspeita de que Calvi tinha sido assassinado”.

    Mas isto não é só apanágio do Vaticano. Aqui nas terras de D. João VI os televangelistas do mundo gospel, acho, que não ficam de maneira nenhuma por baixo. A IURD é uma das empresas de Javé em geométrica ascensão. Concorda?

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  8. A ICAR é uma concessionária que tem filiais como concorrentes, algumas como a IURD já fazem sombra na matriz em numero de fieis e faturamento.Quem está se dando bem é o PAPAI NOEL com contrato vitalício com todas as lojas de departamento.

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    1. Mirandinha O marketing da IURD anda te enganando direitinho... Mais um mito...

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  9. A história dos papas e dos negócios "sagrados da Igreja" no Ocidente é muito interessante. Ali tem todos os elementos de um bom romance: intrigas, assassinatos, negociatas, escândalos sexuais...sobre o Papa que era Papisa, vi recentemente um filme sobre ela e lançaram também a pouco tempo um volumoso livro contando sua história que é sem dúvida, uma das mais interessantes nessa história toda.

    Mirandinha,

    não é só nos países subdesenvolvidos que se cultuam o deus dos errantes do deserto. A questão é que esse povinho contra tudo e contra todos, sobreviveu, se fortaleceu e do seu DNA vieram grandes cabeças da história da ciência, das artes, da literatura e da música. Boa parte destes, curiosamente, ateus ou com uma concepção de Deus bem diferente daquele velho Javé guerreiro do deserto.

    Agora, vocês já se imaginaram adentrando cerimonialmente na Biblioteca do Vaticano??? Aquilo lá é um tesouro para qualquer historiador ou curioso da história do cristianismo católico. Pelo menos o Vaticano produziu cultura, a IURD só produz esquisitices como tomar banho com água do Rio Jordão (que na verdade é água vinda da bica da rua).

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  10. PREZADOS CONFRADES:

    Quando vejo esses "retratos" mais ou menos fiéis de papas com um passado não muito - ou nada - recomendáveis, como João XII (que nem consta do rol) fico por demais CONTENTE.

    Sim, porque isto tudo prova que a Igreja é feita de homens, e como tal, pecadores. Não é feita só de santos impolutos, o que me dá a certeza de que eu também posso ocupar um lugar humilde no rebanho de Cristo.

    Isto justifica a oração "Igreja Santa e pecadora". Santa, porque fundada e guiada por Deus; pecadora, porque dirigida por homens.

    E, ao mesmo tempo que constato esses deslizes (e muitos outros), mais vou me convencendo de que todos nós temos nossas oportunidades, nossos erros e nossos acertos.

    Ao lado desses papas lamentáveis, outros apenas e tão somente omissos, há outros tantos e em tão grande cópia que sobejam os fracos, até os criminosos e omissos.

    Citando de memória já conclamo o primeiro deles, São Pedro, o único homem a favor de quem Deus pagou tributo. Citaria também Leão III, que juntamente com Carlos Magno (dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus) começou a construir a Civilização Ocidental e praticamente tudo o que temos hoje de bom.

    Também São Pio V, que num esforço hercúleo levou adiante as obras da Contra-Reforma.

    Poderia citar ainda o dulcíssimo Leão X que se mais não fora, só pela "Rerum Novarum" que tratou da condição dos operários, fez muito mais do que tratados e tratados comunistas sobre o assunto.

    Voltando no tempo, poderia citar Bonifácio VIII que ao lado de Inocêncio III foram fortes defensores do papado e da Igreja, e que talvez, por si mesmos, tenham feito muito mais do que os desmandos e as omissões de todos os menores acima citados pelo ALTAMIRANDO.

    O fato é que dos 263 papas que já passaram pela Sé de São Pedro (incluindo Bento XVI) há seguramente uma quantidade de nomes maiores do que menores ornando a constelação papal.

    As exceções, como sempre, só confirmam a regra.

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  11. Caro confrade Mirandinha

    Apesar de seu texto primar pelos erros da ICAR e pela imparcialidade histórica dos relatos misturado com Mitos e realidades (você parece um religioso fundamentalista) não deixa de ser um relato da história negra da ICAR que no fundo revela nossa história como ser humano.

    Soma-se a isso os erros de todos como disse o bom mestre "Atire a primeira pedra quem não tiver pecado"

    Quantos erros a humanidade tem cometido homens com credos e sem credos. Não é verdade?

    Você como ateu sabe com certeza os erros cometidos por ateus. Assim como religioso que sou sei o quanto cometemos de erros.

    Será que eu ou você no lugar dos ateus e religiosos não teria cometido outros e até piores?

    De qualquer forma denunciá-los fazem parte da nossa hipocrisia (porque não?) e coragem em falar a "verdade" mesmo que seja mito e me sirva pra certificar que minha "verdade" é sempre a absoluta.

    Como disse Bertrand Russel:

    "Todo homem, onde quer que vá, é cercado por uma nuvem de convicções confortantes, que se movem com ele como moscas em um dia de verão".

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  12. Continuando...

    Ateístas e religiosos são humanos como todo mundo. Eles encontram conforto em “saber” que estão certos. Absoluta certeza é gostoso. Ateístas e religiosos podem escorregar em falsos pensamentos.

    De fato, é natural para nossos cérebros manter idéias contraditórias ao mesmo tempo, e todos nós precisamos lutar contra isso.

    O que me intriga mais é que sempre estes segmentos acham que encontraram a "verdade absoluta" "superior" ( a la Hitler) e que resolveram os problemas a partir desta superioridade.

    Foi isto que fez a ICAR cometer estes erros na história.

    Mas os erros não estão na ICAR como proprietária e nem nos religiosos e sim na natureza humana.

    Sempre haverá alguém se achando melhor que alguém.

    Estas histórias se repetem só mudam as siglas.

    Por exemplo alguns elementos ateítas que provam que os erros são inerentes apenas à religião:

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  13. continuando...

    1 - Culpar a Religião por Tudo

    Religião não é a raiz de todo o mal, mas alguns ateus gostam de achar que é.

    Obviamente, muitos males – incluindo os genocídios ateístas mencionados acima – não vieram da religião. O Mal pode vir de ganância, pobreza, vergonha, desejo, boas intenções, amor, raiva, drogas, e muitas outras fontes.

    Religião envenena a matemática? Arte Renascentista? Navegação? Chapéus?

    2 - Mitos Pró-Ateístas

    Todo grupo de pessoas recontam a história de uma maneira que lhes favorece. Liberais e conservadores, socialistas e anarquistas, cristãos e budistas, fãs de hockey e loucos por NASCAR – todos nós temos alguns mitos que nos fazem parecer bem. Ateístas não são exceção.

    Para mostrar que ateus são moralmente melhores que Cristãos, alguns ateus afirmam que menos de um por cento da população carcerária americana são de ateus, mesmo que ateístas representam 10% da população. Essas estatísticas são fabricadas ou baseadas num questionável estudo de 1925. Em verdade, “o segmento da população carcerária que se identifica como não-religioso é aproximadamente duas vezes mais que a encontrada na população em geral”.

    Alguns ateus afirmam que muçulmanos destruíram a livraria de Alexandria, o maior tesouro de conhecimento do mundo antigo. Supostamente, o cruzado islâmico Umar proclamou que “os livros ou irão contradizer o Corão, nesse caso eles são heréticos, ou eles irão concordar com ele, neste caso eles são supérfluos,” e então queimou a livraria. Isso aparenta ser uma boa história, mas a história mostra que provavelmente não aconteceu dessa forma.

    Outros ateus dizem que a idéia de Jesus como Deus não surgiu até 300 anos após a morte de Cristo, no Concílio de Nicéia. Mas ambas fontes cristãs e seculares mostram que algumas pessoas cultuavam Jesus como Deus muito antes.

    E finalmente, para exagerar o conflito histórico entre religião e ciência, ateístas dizem que Galileu foi torturado pela igreja por afirmar que a terra girava em torno do sol. De fato, Galileu ofereceu falsas provas do Heliocentrismo, mentiu descaradamente na corte, e foi sentenciado a uma honrosa detenção onde ele continuou trabalhando em outros assuntos.

    Esses e outros mitos ateístas emperram a busca pela verdade e a conversação entre crentes e descrentes.

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  14. continuando...

    3 - Maus Estudos

    Há muitos estudos desonestos tanto de ateus quanto de cristãos. Por agora, vou apontar duas instâncias de maus estudos ateístas.

    Ateístas apontam que a palavra para Deus em Genesis 1:1 é elohim, o plural de el. Portanto, eles dizem, deve ser traduzido como “No princípio, os deuses criaram os céus e a terra,” revelando as raízes pagãs do Judaísmo. Agora, é provavelmente verdade que elohim foi emprestado das antigas religiões Canaanitas, onde o termo era usado para denotar um panteão de deuses. Mas nesse verso e centenas de outros, elohim é usado com um verbo singular, bara. Aqui, elohim pode ser um substantivo coletivo para um Deus singular de várias pessoas, assim como dizemos “Os Estados Unidos é cheio de pessoas gordas” em vez de “Os Estados Unidos estão…” Também, é provável uma instância de pluralidade majestática, um jeito hebreu de demonstrar grandeza por pluralizar substantivos, como em Jó 40:15 onde se refere ao Behemoth, significando a maior de todas as bestas (o singular de besta é behemah). Seria bom para ateus se o primeiro verso da bíblia traísse as origens politeístas do judaísmo, mas uma leitura cuidadosa do Hebreu não demonstra isso.

    Outro exemplo. O Documentário conspiracionista Zeitgeist argumenta que Jesus foi fabricado de uma mistura de deuses antigos. Por exemplo, afirma que o deus egípcio Horus foi nascido de uma virgem, adorado por três reis, batizado na idade de 30, teve 12 discípulos, caminhou sobre as águas, foi crucificado e enterrado por três dias, e então foi ressurecto. De fato, se você ler qualquer fonte sobre Horus que não está tentando traçar paralelos com Jesus, você encontrará que aproximadamente todas essas afirmações são simplesmente falsas. Assim como maior parte das afirmações feitas nessa parte do filme. Ainda, essas afirmações sao repetidas amplamente por muitos ateus.

    4 - Materialismo Dogmático

    Alguns ateus começam com o pressuposto de Carl Sagan de que “o cosmos é tudo já foi, o que é e o que será”. Tudo é matéria. Nada é sobrenatural.

    Eles podem estar corretos. Eu não espero encontrar evidência do sobrenatural. Mas todos precisamos estar abertos à descoberta. O Universo é um lugar surpreendente.

    De fato, cientistas recentemente descobriram que apenas 4% do universo é matéria e energia – ao menos, matéria e energia como nós sempre compreendemos. Os outros 96% do universo consiste de coisas que nós não sabemos quase nada sobre – “matéria negra” e “energia negra”. Essas coisas podem não ser sobrenaturais, mas certamente é antinatural!

    Lewis Thomas escreve, “A maior de todas as conquistas da ciência do século vinte foi a descoberta da ignorância humana”. Quase tudo que nós antes pensávamos que sabíamos virou falso, e nós muitas vezes descobrimos verdades que nossas intuições menosprezam. Dogmatismo e certeza absoluta não pertencem à mentes humanas limitadas.

    Ateus devem olhar para a religião e ateísmo com o mesmo senso comum.

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  15. Concluindo:

    Caro Mirandinha não se iluda quanto às histórias descabidas da religião para justificar outra alternativa como melhor.

    Pois o pau que bate em Chico bate também em Francisco.

    Quero ver um artigo seu dizendo os erros que o ateísmo cometeu na humanidade também. Porque se eu colocar serei taxado de intolerante e perseguidor de ateu. E esta não minha praia!





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  16. PREZADO GILBERTO:

    Vou mais longe (ficando mais próximo). Nem conclamo o ATEÍSMO somente, como o amigo e confrade fez.

    Olho e me pergunto o que os PROTESTANTES fizeram em nome da fé que eles professam. Claro que há uma diferença (e sem ofensa) ninguém chuta cachorro morto: a Igreja é uma instituição milenar e tudo o que seus próceres fazem ou não fazem, repercute, reverbera.

    Os protestantes são mais recentes e por mais esforçados que possam ter sido, por mais iluminados, por mais pios, destacam-se individualmente e não como instituição.

    Assim, se é razoavelmente fácil atirar pedras no papado, que teve mais de duzentos líderes ao longo de 2000 anos de existência, fica mais difícil fazê-lo em relação aos evangélicos, que além de serem milhares em milhares de seitas, têm pouco mais de 500 anos de existência.

    Mas, não precisaríamos muito caminhar para encontrar maldades, erros, capitulações, atrocidades, fanatismos, descrenças, cobiças, aleivosias, traições e toda sorte de malefícios deles também.

    Tudo pela mesma razão: são homens. E muitos, e espalhados e sem uma única liderança onde todos os erros pudessem ser focados e atingidos.

    Portanto, concluo pedindo que me mostrem um lugar imaculado e limpo e puro e casto e eu lhe direi que ali nenhum humano haverá pisado...

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  17. O texto de Miranda é provocador, não resta dúvida. Mas esta provocação se constituirá num bom momento de reflexão se for entendida como uma oportunidade de se olhar para dentro de nossa personalidade ambivalente.

    O passado nos assombra. Mas é esse passado assombroso nos dirige para formação de um nova opinião, de uma nova visão sobre nós mesmos. O registro da crueldade humana nos repugna, por que ela está em nosso DNA. Quanto ao remédio oferecido pelas instituições religiosas, toma-o quem tem necessidade. Isso, porém, não quer dizer que elas não sejam criticadas e parodiadas.

    O historiador, Theodore Zeldin, autor de um dos maiores best- sellers do mundo ― “Uma História Íntima da Humanidade” diz algo irrefutável:

    “Os seres humanos tornavam-se escravos no passado por uma razão muito forte: o MEDO ― não queriam morrer, por maiores que fossem os sofrimentos que a vida lhes infligisse. E aí houve a primeira concordância: Concordaram em ser menosprezados por reis cavalheiros e outros adeptos da violência, que acreditavam que morrer em batalha era a mais elevada honra, e para que escravizar seres humanos e domesticar animais faziam parte da mesma busca de poder e conforto. Os violentos têm sido vitoriosos ao longo da história por que administram o medo com que cada um de nós nasce”

    Mas me perdoem os confrades aqui presentes neste Templo: Ah, se os escravos soubessem que o seu Senhor depende deles. O provérbio jamaicano ” passe por tolo para obter vantagem” não estaria tão em voga.

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  18. Gente!
    Eu só quiz dizer que que no Supremo Tribunal de Justiça não pode haver peculato.
    Gilberto, o termo"ateu" foi inventado por crentes para definir aqueles que não professam sua fé. Então todos nós somos ateus. Se você e cristão e não acredita em Maomé, você é um ateu aos olhos do maometano. Logo, ateísmo não é uma filosofia de vida. Também não se atribui crimes,erros políticos nem religiosos ao ateísmo.

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  19. O texto é do confrade Miranda, mas eu lhe pedindo vênia (rsrs) desejaria que apreciássemos mais o instigante epílogo de sua “ferina” postagem, que reproduzo abaixo:

    “Fomos colonizados por ibéricos, herdamos sua cultura, seus costumes e sua fé. Não sabemos se, com a miscigenação, eles foram dominantes ou recessivos. O certo é que nós herdamos seu gene e seu meme. Somos preguiçosos, desonestos e de baixo QI. Isto dificulta nossa evolução. Nem por isso o mundo acabou” .

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  20. João Cirilo,

    Adimiro seu conhecimento católico mas me surpreendo com sua miopia protestante.
    Você se esquece que o protestantismo com suas mil seitas ou denominações são os rebeldes cuja insurreição se deu há mais de cinco séculos mas continuam copiando a mesma lenda, princípios e costumes regidos pelo mesmo livro da doutrina original. Copiaram também a corrupção e se acham com poderes individuais de falar com Deus sem interferência papal. A culpa é do catolicismo que ensinou mal aos seus alunos. São todos farinha do mesmo saco. Um falar mal do outro é cuspir para cima.

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  21. O comentário do GIL ficaria bom numa postagem!!!

    meus caros, o problema não é só a natureza humana; é a dissimulação e a hipocrisia de quem põe uma máscara de santidade e fala em nome de Deus e nos bastidores é pior do que o diabo. Isso aí vai além do "errar é humano".

    Agora uma coisa que eu acho interessante na ICAR é como ela conseguiu colocar Pedro como primeiro Papa de uma instituição que só viria a se estabelecer 200 anos depois...

    aliás, vocês que conhecem bem os papas, depois de pedro veio quem mesmo???

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    1. Eduardo concordo mas insisto em dizer que é inerente ao ser humano a hipocrisia. Máscaras de santidade todos colocam. O comunismo usa dela e muito bem.

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  22. Mirandinha sua frase é transcendente e conveniente:

    Gilberto, o termo"ateu" foi inventado por crentes para definir aqueles que não professam sua fé. Então todos nós somos ateus. Se você e cristão e não acredita em Maomé, você é um ateu aos olhos do maometano. Logo, ateísmo não é uma filosofia de vida. Também não se atribui crimes,erros políticos nem religiosos ao ateísmo.

    e um tanto iluminista... quase que um deus... A religião é só um detalhe diante desta visão.

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  23. Edu não sei se minha fonte é correta:


    Eis a linha de sucessão dos Papas de São Pedro a João Paulo II:


    1978 - João Paulo II (Karol Woityla)
    1978 - João Paulo I (Albino Luciani)
    1963 - 1978: Paulo VI (Giovanni Battista Montini)
    1958 - 1963: João XXIII (Angelo Giuseppe Roncalli)
    1939 - 1958: Pio XII (Eugenio Pacelli)
    1922 - 1939: Pio XI (Achille Ratti)
    1914 - 1922: Bento XV (Giacomo Marchese della Chiesa)
    1903 - 1914: Pio X (Giuseppe Sarto)
    1878 - 1903: Leão XIII (Giocchino Vincenzo de Pecci)
    1846 - 1878: Pio IX (Giovanni Conte Mastai-Ferretti)
    1831 - 1846: Gregório XVI (Bartolomeo Cappellari)
    1829 - 1830: Pio VIII (Francesco Saverio Castiglioni)
    1823 - 1829: Leão XII (Annibale della Genga)
    1800 - 1823: Pio VII (Luigi Barnaba Chiaramonti)
    1775 - 1799: Pio VI (Giovanni Angelo Conte Braschi)
    1769 - 1774: Clemente XIV (Lorenzo Ganganelli)
    1758 - 1769: Clemente XIII (Carlo Rezzonico)
    1740 - 1758: Bento XIV (Prospero Lambertini)
    1730 - 1740: Clemente XII (Lorenzo Corsini)
    1724 - 1730: Bento XIII (Pietro Francesco Orsini)
    1721 - 1724: Inocêncio XIII (Michelangelo Conti)
    1700 - 1721: Clemente XI (Giovanni Francesco Albani)
    1691 - 1700: Inocêncio XII (Antonio Pignatelli)
    1689 - 1691: Alexandre VIII (Pietro Ottoboni)
    1676 - 1689: Inocêncio XI (Benedetto Odescalchi)
    1670 - 1676: Clemente X (Emilio Altieri)
    1667 - 1669: Clemente IX (Giulio Rospigliosi)
    1655 - 1667: Alexandre VII (Fabio Chigi)
    1644 - 1655: Inocêncio X (Giambattista Pamphili)
    1623 - 1644: Urbano VIII (Maffeo Barberini)
    1621 - 1623: Gregório XV (Alessandro Ludovisi)
    1605 - 1621: Paulo V (Camillo Borghesi)
    1605 - Leão XI (Alessandro Ottaviano de Medici)
    1592 - 1605: Clemente VIII (Ippolito Aldobrandini)
    1591 - Inocêncio IX (Giovanni Antonio Facchinetti)
    1590 - 1591: Gregório XIV (Niccolo Sfondrati)
    1590 - Urbano VII (Giambattista Castagna)
    1585 - 1590: Sisto V (Felici Peretti)
    1572 - 1585: Gregório XIII (Ugo Boncompagni)
    1566 - 1572: Pio V (Michele Ghislieri)
    1559 - 1565: Pio IV (Giovanni Angelo de Medici)
    1555 - 1559: Paulo IV (Gianpetro Caraffa)
    1555: Marcelo II (Marcelo Cervini)
    1550 - 1555: Júlio III (Giovanni Maria del Monte)
    1534 - 1549: Paulo III (Alessandro Farnese)
    1523 - 1534: Clemente VII (Giulio de Medici)
    1522 - 1523: Adriano VI (Adriano de Utrecht)
    1513 - 1521: Leão X (Giovani de Medici)
    1503 - 1513: Júlio II (Giuliano della Rovere)
    1503: Pio III (Francesco Todeschini-Piccolomini)

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  24. 1492 - 1503: Alexandre VI (Rodrigo de Bórgia)
    1484 - 1492: Inocêncio VIII (Giovanni Battista Cibo)
    1471 - 1484: Sisto IV (Francesco della Rovere)
    1464 - 1471: Paulo II (Pietro Barbo)
    1458 - 1464: Pio II (Enea Silvio de Piccolomini)
    1455 - 1458: Calisto III (Alfonso de Bórgia)
    1447 - 1455: Nicolau V (Tomaso Parentucelli)
    1431 - 1447: Eugênio IV (Gabriel Condulmer)
    1417 - 1431: Martinho V (Odo Colonna)
    1410 - 1415: João XXII (Baldassare Cossa)
    1409 - 1410: Alexandre V (Pedro Philargi de Candia)
    1406 - 1415: Gregório XII (Angelo Correr)
    1404 - 1406: Inocêncio VII (Cosma de Migliorati)
    1389 - 1404: Bonifácio IX (Pietro Tomacelli)
    1378 - 1389: Urbano VI (Bartolomeo Prignano)
    1370 - 1378: Gregório XI (Pedro Rogerii)
    1362 - 1370: Urbano V (Guillaume de Grimoard)
    1352 - 1362: Inocêncio VI (Etienne Aubert)
    1342 - 1352: Clemente VI (Pierre Roger de Beaufort)
    1334 - 1342: Bento XII (Jacques Fournier)
    1316 - 1334: João XXII (Jacques Duèse)
    1305 - 1314: Clemente V (Bertrand de Got)
    1303 - 1304: Bento XI (Nicolau Boccasini)
    1294 - 1303: Bonifácio VIII (Bento Gaetani)
    1294: Celestino V (Pietro del Murrone)
    1288 - 1292: Nicolau IV (Girolamo Masei de Ascoli)
    1285 - 1287: Honório IV (Giacomo Savelli)
    1281 - 1285: Martinho IV (Simão de Brion)
    1277 - 1280: Nicolau III (Giovanni Gaetano Orsini)
    1276 - 1277: João XXI (Pedro Juliani)
    1276: Adriano V (Ottobono Fieschi)
    1276: Inocêncio V (Pedro de Tarantasia)
    1271 - 1276: Gregório X (Teobaldo Visconti)
    1265 - 1268: Clemente IV (Guido Fulcodi)
    1261 - 1264: Urbano IV (Jacques Pantaleon de Troyes)
    1254 - 1261: Alexandre IV (Reinaldo, conde de Segni)
    1243 - 1254: Inocêncio IV (Sinibaldo Fieschi)
    1241: Celestino IV (Gaufredo Castiglione)
    1227 - 1241: Gregório IX (Hugo, conde de Segni)
    1216 - 1227: Honório III (Censio Savelli)
    1198 - 1216: Inocêncio III (Lotário, conde de Segni)
    1191 - 1198: Celestino III (Jacinto Borboni-Orsini)
    1187 - 1191: Clemente III (Paulo Scolari)
    1187: Gregório VIII (Alberto de Morra)
    1185 - 1187: Urbano III (Humberto Crivelli)
    1181 - 1185: Lúcio III (Ubaldo Allucingoli)
    1159 - 1180: Alexandre III (Rolando Bandinelli de Siena)
    1154 - 1159: Adriano IV (Nicolau Breakspeare)
    1153 - 1154: Anastácio IV (Conrado, bispo de Sabina)
    1145 - 1153: Eugênio III (Bernardo Paganelli de Montemagno)
    1144 - 1145: Lúcio II (Gherardo de Caccianemici)
    1143 - 1144: Celestino II (Guido di Castello)
    1130 - 1143: Inocêncio II (Gregorio de Papareschi)
    1124 - 1130: Honório II (Lamberto dei Fagnani)
    1119 - 1124: Calisto II (Guido de Borgonha, arcebispo de Viena)
    1118 - 1119: Gelásio II (João de Gaeta)
    1099 - 1118: Pascoal II (Rainério, monge de Cluny)
    1088 - 1099: Urbano II (Odo, cardeal-bispo de Óstia)
    1086 - 1087: Vítor III (Desidério, abade de Monte Cassino)
    1073 - 1085: Gregório VII (Hildebrando, monge)
    1061 - 1073: Alexandre II (Anselmo de Baggio)
    1058 - 1061: Nicolau II (Geraldo de Borgonha, bispo de Florença)
    1058 - 1059: Bento X (João de Velletri)
    1057 - 1058: Estevão IX (Frederico, abade de Monte Cassino)
    1055 - 1057: Vítor II (Geraldo de Hirschberg)
    1049 - 1054: Leão IX (Bruno, conde de Egisheim-Dagsburg)
    1048: Dâmaso II (Poppo, conde de Brixen)
    1046 - 1047: Clemente II (Suidgero de Morsleben)
    1045 - 1046: Gregório VI (João Graciano Pierleone)
    1033 - 1046: Bento IX (Teofilato de Túsculo)
    1024 - 1032: João XIX (conde de Túsculo)
    1012 - 1024: Bento VIII (conde de Túsculo)
    1009 - 1012: Sérgio IV (Pietro Buccaporci)
    1003 - 1009: João XVIII (João Fasano de Roma)
    1003: João XVII (Giovanni Sicco)

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  25. 999 - 1003: Silvestre II (Gerberto de Aurillac)
    996 - 999: Gregório V (Bruno de Carínthia)
    985 - 996: João XV
    983 - 984: João XIV (Pedro Canipanova)
    974 - 983: Bento VII
    972 - 974: Bento VI
    965 - 972: João XIII (João de Nardi)
    964: Bento V
    963 - 965: Leão VIII
    955 - 964: João XII
    946 - 955: Agapito II
    942 - 946: Marino II (ou Martinho III)
    939 - 942: Estevão VIII
    936 - 939: Leão VII
    931 - 935: João XI
    928 - 931: Estevão VII
    928: Leão VI
    914 - 928: João X (João de Tossignano, arcebispo de Ravena)
    913 - 914: Lando
    911 - 913: Anastácio III
    904 - 911: Sérgio III
    903 - 904: Cristóvão
    903: Leão V
    900 - 903: Bento IV
    898 - 900: João IX
    897: Teodoro II
    897: Romano
    896 - 897: Estevão VI
    896: Bonifácio VI
    891 - 896: Formoso
    885 - 891: Estevão V
    884 - 885: Adriano III
    882 - 884: Marino I (ou Martinho II)
    872 - 882: João VIII
    867 - 872: Adriano II
    858 - 867: Nicolau I
    855 - 858: Bento III
    847 - 855: Leão IV
    844 - 847: Sérgio II
    827 - 844: Gregório IV
    827: Valentim
    824 - 827: Eugênio II
    817 - 824: Pascoal I
    816 - 817: Estevão IV
    795 - 816: Leão III
    772 - 795: Adriano I
    768 - 772: Estevão III
    757 - 767: Paulo I
    752 - 757: Estevão II
    752: Estevão [II] (pontificado de apenas quatro dias)
    741 - 752: Zacarias
    731 - 741: Gregório III
    715 - 731: Gregório II
    708 - 715: Constantino
    708: Sisínio
    705 - 707: João VII
    701 - 705: João VI
    687 - 701: Sérgio I
    686 - 687: Cônon
    685 - 686: João V
    683 - 685: Bento II
    682 - 683: Leão II
    678 - 681: Agatão
    676 - 678: Dono
    672 - 676: Adeodato II (ou Deusdedite II)
    657 - 672: Vitaliano
    654 - 657: Eugênio I
    649 - 655: Martinho I
    642 - 649: Teodoro I
    640 - 642: João IV
    638 - 640: Severino
    625 - 638: Honório I
    619 - 625: Bonifácio V
    615 - 618: Adeodato I (ou Deusdedite I)
    608 - 615: Bonifácio IV
    606 - 607: Bonifácio III
    604 - 606: Sabiniano
    590 - 604: Gregório I Magno
    579 - 590: Pelágio II
    575 - 579: Bento I
    561 - 574: João III
    556 - 561: Pelágio I
    537 - 555: Vigílio
    536 - 537: Silvério
    535 - 536: Agapito (ou Agapeto)
    533 - 535: João II
    530 - 532: Bonifácio II
    526 - 530: Félix III
    523 - 526: João I
    514 - 523: Hormisdas
    498 - 514: Símaco
    496 - 498: Anastácio II
    492 - 496: Gelásio I
    483 - 492: Félix II
    468 - 483: Simplício
    461 - 468: Hilário (ou Hilaro)
    440 - 461: Leão I Magno
    432 - 440: Sisto III
    422 - 432: Celestino
    418 - 422: Bonifácio I
    417 - 418: Zózimo
    402 - 417: Inocêncio I
    399 - 402: Anastácio I
    384 - 399: Sirício
    366 - 384: Dâmaso I
    352 - 366: Libério
    337 - 352: Júlio I
    336: Marcos
    314 - 335: Silvestre I
    310 - 314: Melcíades
    308 - 310: Eusébio
    307 - 309: Marcelo I
    296 - 304: Marcelino
    282 - 296: Caio
    274 - 282: Eutiquiano
    268 - 274: Félix I
    260 - 268: Dionísio
    257 - 258: Sisto II
    254 - 257: Estevão I
    253 - 254: Lúcio I
    251 - 253: Cornélio
    236 - 250: Fabiano
    235 - 236: Antero
    230 - 235: Ponciano
    222 - 230: Urbano I
    217 - 222: Calisto I
    199 - 217: Zeferino
    189 - 199: Vítor I
    174 - 189: Eleutério
    166 - 174: Sotero
    154 - 165: Aniceto
    143 - 154: Pio I
    138 - 142: Higino
    125 - 138: Telésforo
    116 - 125: Sisto I
    107 - 116: Alexandre I
    101 - 107: Evaristo
    90 - 101: Clemente I
    79 - 90: Anacleto (ou Cleto)
    64 - 79: Lino
    33 - 64: Pedro Apóstolo

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  26. Pedro, Papa de 33 a 64?...He, he, he...

    Uma antiqüíssima tradição católica garante que o apóstolo viajou para Roma, em meados do século 1, fundando a primeira comunidade cristã da cidade. Essa hipótese é fortemente sustentada por historiadores como Eusébio de Cesaréia – que, embora tenha vivido cerca de dois séculos depois de Pedro, fundamentou sua obra na opinião de autores mais antigos.

    Verdade ou não, o fato é que, já no século 2, Pedro era tido pelos líderes católicos como o primeiro bispo de Roma. E mais: de acordo com a Ata dos Mártires – documento composto pelos primeiros cristãos –, foi no território da moderna capital italiana que o maior dos apóstolos encontrou a morte, provavelmente na época do imperador Nero. Segundo Orígenes, um erudito do século 3, Pedro foi preso pelos romanos e condenado à crucificação. Julgando-se indigno de morrer da mesma maneira que Jesus, ele pediu que o crucificassem de cabeça para baixo – e seu desejo foi atendido.

    Durante o século 20, investigações arqueológicas feitas a pedido do papa Pio XII descobriram um grande cemitério cristão nos subsolos do Vaticano, sob a atual Basílica de São Pedro. Os arqueólogos concordaram que a necrópole datava do século 1 – e que provavelmente um grande mártir ali fora enterrado. Ninguém sabe quem, mas muita gente jura de pés juntos que era ninguém menos que Simão da Galiléia.

    A presença e o martírio de Pedro na cidade foram usados para comprovar o "primado de Roma" – a idéia de que o Vaticano e seu bispo herdaram a liderança cristã, em linhagem direta, do escolhido de Jesus Cristo. Mas não faltou quem questionasse tanto sua posição como "porta-voz" de Cristo, quanto o direito dos bispos romanos de se declararem seus herdeiros.

    A história tem várias vertentes, sujeita á crença de quem escreve e para quem acredita nela.

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  27. GIL, interessante a listagem!!

    Mas o problema é exatamente o que o Mirandinha acabou de dizer. A igreja a posteriori cunhou um mito etiológico para dar sustentação à autoridade dos bispos de Roma dizendo que Pedro foi o primeiro papa da igreja católica romana e que ele, com "toda certeza", em cerimônia solene, passou o bastão de chefe espiritual dos cristãos ao tal de Lino.

    Pedro jamais se considerou "papa" e não passou sua "unção papal" a ninguém.

    Como mito pode até ser edificante para quem crê nele.

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    1. Edu nada a acrescentar também não creio nesta "passagem" "com toda certeza" em cerimônia solene e sei que pedro com certeza apesar de sua liderança nata tenha se considerado "papa" ou tenha passado o "bastão".

      O Reino é como um grão de mostarda ele foi acontecendo sem estes entraves... e está longe destes entraves...

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  28. Em relação à provocação do Papa ateu Mirandinha de que somos herdeiros dos ibéricos e isso é um entrave para nossa evolução eu perguntaria:


    Mas afinal de contas, não foram os ibéricos que dominaram o mundo com suas caravanas para descobrir novas terras? o novo mundo não foi dividido entre os "atrasados" portugueses e espanhóis?

    Somos uma nação muito jovem, ainda estamos fazendo merdas próprias da juventude.

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  29. Edu meu caro,

    Então a vaca foi pro brejo. Temos cinco séculos de aprendizado, estamos aumentando as vagas de presídios em progressão geométrica, fomos o penúltimo colocado em qualidade de educação da América "Latrina", temos 16.200.000 de famílias recebendo bolsa esmola,16.000.000 de analfabetos somados aos 25% da população brasileira que são analfabetos funcionais. Nossas faculdades continuam formando rábulas, medicos que não sabem aplicar injeção, engenheiros que não sabem cálculos matemáticos e dentistas que não sabem arrancar dentes. Nossos alunos entram na universidade pela janela e saem pela porta dos fundos. Este é meu Brasil varonil de hoje. Dias piores virão.

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    1. Só nos resta cantar e cantar, o nosso catecismo gospel:

      Meu amigo hoje tu tens a escolha
      “Vida?” ou morte qual vais aceitar?
      Amanhã pode ser muito tarde
      Hoje Cristo te quer libertar

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  30. Gosto muito de metáforas, pois elas enceram o que há de mais preciso em poucas palavras.

    Miranda falou, lá atrás, uma metáfora, que me parece não foi levada em conta. Metáfora que resume toda a essência de nossa discussão, e quero, aqui reavivá-la em negrito para nossa meditação, neste período em que se comemora a festa das luzes:

    Gente!
    Eu só quis dizer que no Supremo Tribunal de Justiça não pode haver peculato.


    Para mim, foi uma das melhores e mais certeiras sinopses que já vi sobre o prólogo do livro de Gênesis.

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    1. Caro Levi,

      Deixe-os não me levando em conta. Primeiro explique porquê o crime de peculato exercido no STJ é tão hediondo quanto um Papa corrupto, pedófilo ou promíscuo. Serve também para os pastores que exercem as mesmas "virtudes". Um dia, quem sabe?

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  31. Caros confrades

    Uma pausa para os comerciais:

    Deem uma passadinha lá no antigo Templo (quase abandonado) da C.P.F.G. e confiram uma pequena retrospectiva dos comentários que os deuses me mostraram.

    Eles me disseram: "Vai lá e escreve o que te ordeno, sem demora!!!"

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    1. Tem uma refeição indigesta esperando por vocês lá no "O Lado ou a parte".

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    2. Não tivesse sido eu a postar, parabenizaria quem o fizesse. Esta imagem que ilustra o texto é do pirú! O cramunhão comprando indulgência e pelo gesto papal a negociação foi concluida.

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  32. Edu meu caro,

    Transcrevo uma frase sua onde você tenta emprenhar os judeus numa história onde onde os principais personagens eram hebreus. A árvore genealógica de Jesus, o histórico, era hebréia.
    "A questão é que esse povinho contra tudo e contra todos, sobreviveu, se fortaleceu e do seu DNA vieram grandes cabeças da história da ciência, das artes, da literatura e da música."
    Hebreu é hebreu, judeu é judeu.

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  33. Dizer o que para defender os nossos desmandos, Mirandinha e Levi?

    Nada, não há defesa!!!!!!

    Mas nem tudo está perdido por estas bandas. Temos médicos que operam o cérebro, o coração; que faz transplante e implantes. Temos engenheiros construindo pontes que não caem, edifícios sólidos; dentistas que fazem bom canal. Temos cientistas dando aulas para americanos, temos escritores escrevendo bons livros (não, não estou falando de Paulo Coelho); temos até aqui, neste minúsculo recanto da blogosfera cabeças como a do Levi Bronzeado e Altamirando Macedo!!

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    1. Não aceito nem tenho jeito para ser cabeça, caro pastor da "Logos e Mithos".

      O dom foi lhe dado, não esmoreça. Por mim, você continuará como comandante e pacificador dessa igreja enquanto ele não for arrebatada.(rsrs)

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    2. Edu meu caro,

      Somos 194.000.000 de habitantes, formamos anualmente 10.000 médicos, 43.000 engenheiroe e temos 219.000 dentistas no país dos desdentados.Nós não formamos 5% da população ativa. Apesar de termos inúmeros cientistas na NASA,no CERN e em eutros projetos nucleares o percentual não influencia a massa. Mesmo possuindo 60% da população falando com Deus todos os domingos, a situação continua crítica. A reza do herege não surte efeito.

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  34. MIrandinha,

    eu tinha observado sim tua frase


    "Eu só quis dizer que no Supremo Tribunal de Justiça não pode haver peculato"

    Concordei, claro, só não comentei.

    Sobre hebreus e judeus, a questão é difícil. Você não faz relação alguma entre um e outro? por favor, aclarei minhas ideias!

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    1. Os Hebreus, ou povo de Deus foi formado no Jardim do Eden pelo próprio Deus, para os que acreditam. Este povo registrou uma região com o nome de Judá, os elementos naturais desta região não formam uma raça. Quem nasce na Bahia é natural da Bahia e não da raça baiana. Baiano não é uma raça. Judá ou Judéia foi uma micro região, nem Estado foi e judaísmo é uma religião ou filosofia de vida assim como a apostólica romana. Então, os seguidores do judaísmo, formados por indivíduos de várias plagas por professarem a mesma fé há muito tempo se tornaram raça? Quanto tempo falta para os evangélicos se tornarem uma raça?

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  35. Caro levi,
    Sobre o site "
    http://hebreuisraelita.wordpress.com/2012/04/11/holocausto-judeu-a-mentira-do-seculo/.

    Gostei do depoimento e concordo com o autor, é possível manipular a história mas a matemática não!...

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  36. Mirandinha deixa eu entender você acha que o holocausto não houve?

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  37. Gilberto,

    Vou transcrever uma frase que é parte do contúdo do tema "Houve Holocausto" publicado no O Lado ou a parte no dia 21/12.

    Claro que houve holocausto! Uma guerra é sempre um holocausto e a Segunda Guerra Mundial foi a mais mortífera de todas. Foram 70 milhões de mortes relacionadas diretamente com a guerra e mais de 200milhões de vidas destruídas indiretamente com ela. Vários povos sofreram terrivelmente com a guerra e o povo que mais sofreu, sujeito a genocídio, guerra bacteriológica e a todo tipo de perseguição possível, foi o povo chinês. Mas fala-se em holocausto dos chineses?... Houve um julgamento de Nuremberg para os criminosos de guerra japoneses?

    Veja minha opinião lá e comente. Estou te esperando.

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  38. Mirandinha, eu sempre entendi que o judaísmo era a religião dos hebreus(ou israelitas - hoje, israelenses).

    concordo que judeu não é raça, é religião; e religião tardia, depois da diáspora; a religião antiga dos hebreus (ou israelitas) era o javismo. mas o javismo tem ligação direta com o judaísmo posterior.

    a região da judeia foi sim (salvo melhor juízo histórico) um Estado monárquico quando o rei David conquistou Jerusalém. Quando o reino se dividiu, israel e judá passaram a ser dos estados com o mesmo povo. mas com sabemos, a autonomia e independência desses dois reinos foram bem curta.

    agora, teorias histórica sobre as origens do povo de Israel tem muitas.

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  39. Levi, eu não estava jogando no seu colo o pastoreio desta nossa L&M, estava apenas dando o exemplo de como até aqui, num simples blog coletivo, há cabeças como a sua e a do Mirandinha. Queria dar uma força para o nosso sofrido povo brasleiro que o Mirandinha tanto despreza...rssss

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  40. Edu, meu caro.

    Não é desprezo não, é vergonha. Te lanço um desafio; me dê meio (1/2) motivo para ter orgulho de ser brasileiro. Só meio.

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  41. Mirandinha, eu teria bem mais de meio motivo para te dar da mesma forma teria bem mais que meio motivo para ter vergonha do Brasil. mas hoje é natal e estou com preguiça de escrever e de pensar...

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  42. Pois é Edu, Não existem índios na Orquestra Sinfônica de Berlim.

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