Todos os fundamentalistas são intolerantes; sua escassa cultura condena-os a serem
assim. Defendem o que é anacrônico e o
absurdo, não permitindo que suas opiniões sejam censuradas pela experiência.
Chamam de ateu ou herege aquele que busca uma verdade ou persegue um ideal. Os
negros queimaram Bruno e Servet, os vermelhos decapitaram Lavoisier e Cherniel
ignorando a sentença de Shakespeare. “O herege não é aquele que arde na
fogueira, mas aquele que a acende”.

A tolerância é respeitar nos outros uma virtude própria, a
firmeza das convicções, reflexivamente adquiridas, faz estimar nos próprios
adversários um mérito cujo preço se conhece. A crença, síntese de todas as
renúncias, é também o ato de renunciar a pensar. Nas crenças tudo é regido pela
lei do menor esforço e o lasso enferruja a inteligência. A caixa craniana dos
fundamentalistas é um estojo vazio, não consegue raciocinar por si mesmo, como
se lhe faltasse os miolos. Desconfia de sua imaginação fazendo o sinal da cruz
ou ajoelhando quando esta o preocupa com suas heréticas tentações. Renega a
verdade se ela demonstrar o erro de seus preconceitos. Houve astrônomos que se
negaram a olhar o céu através do telescópio temendo serem desfeitos seus erros.
Ignoram que o homem vale pelo seu saber, negam que a cultura
é a mais profunda fonte de virtudes. Suas crenças ressecadas pelo fanatismo de
todos os credos, abrangem zonas circunscritas por superstições passadas. Chamam suas preocupações de ideais religiosos
e sagrados sem perceberem que são simples rotina enlatada, paródias da razão,
opiniões sem juízo, representam o senso comum desenfreado sem o controle do bom
senso. Incapazes de ativar sua própria inteligência. Preferem o silêncio e a
inércia mental, não pensar é a única maneira de não errar. Seus cérebros são
casas de hospedagens sem donos, os outros pensam por eles, que no íntimo
agradecem este favor. Desconhecem que a educação é uma descoberta progressiva
da nossa própria ignorância.
Se a humanidade dependesse dos crédulos nosso conhecimento
não excederia os do nosso ancestral hominídeo. Nenhum crente teria descoberto
que a mesma força que faz a lua girar para cima é a mesma que faz a maçã
Newtoniana cair ao chão. Mas são capazes de criticar, se opondo levianamente, à
células tronco, aceleração de partículas, teoria do campo unificado ou Bóson W,
pois lhes faltam noção de grandezas.
Muitos vivem com um telefone celular no ouvido, têm em casa
uma TV de plasma com tela de 42´ que recebe seus programas via satélites, mas
não acreditam que o homem foi à lua e desconhecem o avanço tecnológico da
ciência com os programas aeroespaciais. Não sabem o que é uma fibra ótica, uma
litotripsia, uma angioplastia ou desconhecem a complexidade da maioria dos
exames médicos reiterando a evolução da engenharia.
A imensa maioria dos homens pensa com a cabeça de um padre ou
de um pastor espertalhão. Não entende a linguagem de quem lhe explique algum
mistério do universo ou da vida, a eterna evolução de tudo o que é conhecido, a
possibilidade de aperfeiçoamento mental na contínua adaptação do homem à
natureza e por conseguinte ao universo. Para conceber uma perfeição exige-se
certo nível ético e é indispensável alguma educação intelectual. Sem isto pode
haver fanatismos e superstições, jamais ideais. Encontram nos líderes uma
faísca capaz de acender suas paixões, serão ou podem ser sectários. E, nem
sequer perceberão seu fundamentalismo. Todo sonho seguido por multidões só é
pensado por poucos visionários que são seus amos. Isto não é predestinação, é
suicídio intelectual.
Há homens intelectualmente inferiores à medida de sua raça,
de seu tempo e de sua classe social que são os criminosos hediondos, párias,
parasitas e indigentes. Também existem os superiores dos quais se destacam os
cientistas, os gênios e os intelectuais notáveis. Entre uns e outros existe uma
imensa massa impossível de ser caracterizada por inferioridade ou excelência. A
história não sabe seus nomes, a arte os desenha como incolores, não são
interessantes. Os moralistas os tratam com igual desdém; individualmente não
merecem o desprezo que fustiga os inúteis nem a apologia reservada aos virtuosos.
Sua existência é natural e necessária. Em tudo que possui graus há
mediocridade. Na escala da inteligência humana, esta massa representa o
claro-escuro entre o talento e a ignorância. Quer que eu desenhe?
Inevitavelmente eu pertenço a esta massa claro/escuro, mas sou bastante flexível para mudar minhas opiniões se houver evidências. Mas nunca serei um boi de boiada nem um bõbo da côrte.
ResponderExcluirAh!... Avisando aos confrades que só estarei de frente ao pc à noite e prometo responder, concordadando ou não, aos comentários.
Miranda
ResponderExcluirPara nos embasar melhor, já que seu texto trata da Ciência X Fundamentalismo religioso, trago à tona um artigo do neurocientista americano, Jordan Grafman. Ele vê diferenças estruturais entre o cérebro do crente e do descrente. Parece haver no cérebro do crente um tal de ponto “G” - de Deus. (rsrs)
Confiram no link, abaixo :
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI65036-15224,00.html
Caro Levi,
ResponderExcluirO neurocientista Jordan Grafman ainda não tem certeza de sua teoris. Assim como o "Ponto G" de God pode ser o "Ponto ET" das crenças extra terrestres, até mais evidenciada. Concordo com ele quanto à epilepsia, a crença não é uma droga que causa distúrbios mentais. Todos têm capacidade de crer, de ter fé. Os alvos é que são diferentes, mas a diferença não está implantada num ponto do cérebro. A crença é formada por convívio, por educação, por cultura. E "PRINCIPALMENTE" PELA VONTADE DE CRER".
Miranda
ResponderExcluirO grande nó dos neurocientistas quando se desdobram para estudar as diferenças estruturais entre o cérebro de um religioso e de um ateu, é saber quem veio primeiro: foi o ponto “G”, ou foi a crença?
Pela psicanálise freudiana, a nossa personalidade foi formada nos cinco primeiros anos de vida. Tudo, no período de nossa formação foi gravado indelevelmente no grande computador denominado cérebro. Hoje somos apenas seres REATIVOS. Uma vez, e de maneira inconsciente, reagimos pela primeira vez ao desamparo; reagimos às primeiras dores, às primeiras decepções.
Como obstetra, nunca vi um bebê nascer rindo. Então, o choro é a resposta a primeira ruptura. Esse "choro" perdura ainda hoje. Tudo em nossa vida parece estar ligada as nossas primeiras experiências pueris. Na nossa vida, tudo é REPETIÇÃO.
Pela vida afora, uns procuram as artes, outros a ciência, outros a literatura, outros as instituições religiosas, para apaziguar o seu choro. É certo que outros preferem castrar a capacidade de pensar, para eternamente viver em “berço esplêndido”, como bem diz o nosso Hino Nacional. (rsrs)
POR OUTRO LADO...
ResponderExcluirA famosa psicanalista francesa Françoise Dolto, disse uma vez: "Na idade adulta, a infância não acabou. Não posso dizer que o adulto exista sem a criança nele"
E isto, a primeira vista, nos parece desconcertante, porque remete a SOLIDÃO do adulto (solidão proveniente do primeiro desamparo). Não falar da criança que existe em nós, é como se estivéssemos falando dos galhos de uma árvore sem remontar às suas raízes.
Disse também, Françoise Dolto:
"A fantasia existe em todo o mundo. Cada cultura tem a sua. Pensava que tudo em mim era ruim, mas vejo que é o drama de todos nós que pertencemos a cultura ocidental"
Todo “fundamentalismo” (no sentido aqui proposto pelo texto) é perigoso seja quando se trata de religião, futebol, política, ateísmo...
ResponderExcluirUm mundo próximo do ideal seria um mundo onde todos pudessem vivenciar seus credos e convicções sem o barulho insano e cego destes grupos, sem a sanha fundamentalista dos grupos e doutrinas.
A relativização destes conceitos é quase que impossível, pois sempre veem acompanhados de exageros, arrogâncias, verdades absolutas, falta de modéstias, conceitos fechados, etc.
O próprio texto da forma como está proposto reflete justamente o conceito de uma opinião irredutível que têm a convicção dos crentes e a falta de humor dos fanáticos.
Os “fundamentalistas” querem a volta à barbárie, querem subtrair de tudo que o contraria as suas conquistas, contrariando todo culto à civilidade e o respeito e a tolerância às escolhas dos outros.
O “fundamentalista” sempre se acha mais iluminado, inteligente e único ser pensante.
Em minha opinião esta atitude é causa de um complexo de inferioridade, carência e de uma tremenda insegurança.
Ou será que eu estou sendo fundamentalista nesta minha opinião?
Gil
ResponderExcluirMiguel de Unamuno ― famoso escritor e filósofo espanhol, autor do fenomenal livro “Do Sentimento Trágico da Vida”, confirma os conceitos psicanalíticos, dizendo que, lá no fundo, tendemos a dogmatização, por que fomos terra fértil para nossos pais ou tutores plantarem a semente do “fundamentalismo”. Daí a criança não gostar ou não tolerar aquele que a contraria.
Muitas pessoas buscam no fundamentalismo aquele pai ou aquela mãe, como se tivessem querendo a devolução da segurança primeva. Há um verso de Miguel de Unamuno que expressa bem esse sonho de permanecer criança, que reproduzo abaixo:
SONHO DE PERMANECER CRIANÇA:
Se eu pudesse recolher-me do caminho
E tornar-me dentro tantos como tenho sido
Se eu pudesse, afinal, dar-te Senhor meu
Aquilo que em mim puseste quando eu era menino!
Devolve-me, mãe, a terminal infância,
Que para mim é um céu.
Alarga a porta, pai
Porque não consigo passar;
Fizeste-a para as crianças
E eu tenho acrescido o meupeso.
Se não me ampliares a porta,
Torna-me pequeno, por piedade;
Devolve-me a idade bendita
Em que viver é sonhar.
O OUTRO LADO DA MOEDA:
A consequência danosa que ronda o sonhador é ver-se confinado em guetos que, oferecem um falso e “apetitoso” consolo, a um preço exorbitante — o de se submeter à dogmas pétreos intocáveis e inquestionáveis.
Um dos problemas em atacar o fundamentalismo, seja ele qual for, é que isso é quase sempre feito de forma fundamentalista. Mas quem sabe, talvez, haja um "fundamentalismo superior e esclarecido" vindo de seres inteligentes e pensantes que está plenamente justificado em sua missão humanitária de livrar o mundo de todos os outros fundamentalismos burros e entrevados?
ResponderExcluirtipo um fundamentalismo maior vindo de déspotas esclarecidos?
Edu? tipo um fundamentalismo maior vindo de déspotas esclarecidos? Caracas...
ExcluirLEVI
ResponderExcluirVocê foi feliz como sempre rsrsrs Somos reféns destas "dogmatizações" e grande parte herdadas ou pelas experiências positivas ou pelas experiências negativas ou por diversos fatores da vida. O problema é quando não podemos ou não queremos relativá-los como você bem disse:
A consequência danosa que ronda o sonhador é ver-se confinado em guetos que, oferecem um falso e “apetitoso” consolo, a um preço exorbitante — o de se submeter à dogmas pétreos intocáveis e inquestionáveis.
EDU meu caro você está inventando uma nova religião? rsrsrsrsrs
ops relativizá-los
ExcluirMirandinha, "Inevitavelmente eu pertenço a esta massa claro/escuro, mas sou bastante flexível para mudar minhas opiniões se houver evidências. Mas nunca serei um boi de boiada nem um bõbo da côrte."
ResponderExcluirPelo menos você desceu do pedestal rsrs
Todo “fundamentalismo” (no sentido aqui proposto pelo texto) é perigoso seja quando se trata de religião, futebol, política, ateísmo...
Falar sobre intolerância e ao mesmo tempo não ser tolerante com os intolerantes, é o mesmo que dizer que “todas as afirmações são falsas”, e não se incomodar com a afirmação de que se “todas as afirmações são falsas” a própria afirmação “todas as afirmações são falsas” também é uma afirmação falsa. Ou então dizer que não há absolutos, a não ser o absoluto de que não há absolutos.
ResponderExcluirO tipo de tolerância necessário para viver em sociedade é o que reconhece o direito de cada pessoa de pensar por si própria e formar suas próprias opiniões. Isso torna ilegítima qualquer tentativa de coagir qualquer pessoa a mudar seu pensamento. (me refiro ao campo da religião) O tolerante precisa aprender a reconhecer o direito de alguém discordar dele em relação ao valor da tolerância sem necessariamente ter de ignorar ou endossar a intolerância praticada por ela.
Pensar no que é certo, no que é verdade, no que é racional, no que é inteligente, depende exclusivamente de quem você é e em que tradição intelectual você situa. Racionalidades e verdades estão inevitavelmente ligadas ao contexto. Querer ver em todos o mesmo padrão de pensamento é subestimar a capacidade dos seres humanos em inventar e reinventar seus próprios sistemas.
Grande!
ExcluirMirandinha,
ResponderExcluirTambém vejo na sociedade ocidental, uma enorme massa que assim como os islâmicos, não passaram pelo iluminismo. Estão atrasados em relação à idade da razão. No profundo obscurantismo envolto pelo misticismo típico de religiões fundamentalistas.O mais impressionante é que esta aversão ao pensamento, não é desprivilegio característico do terceiro mundo. Os norte americanos também seguem esta mesma tendência radical no tocante a sua religiosidade.
No que tange ao cristianismo, os alemães com sua teologia avessa ao padrão tradicional e reformado, tentou libertar os cristãos daquele modelo escolástico medieval de pensamento, introduzindo na cultura cristã uma abertura à flexibilização no diálogo entre a ciência e a religião. Isso significou um avanço sem precedentes na história. Hoje, vários setores acadêmicos contam com um notável grupo de estudiosos cristãos, que não obstante professarem sua fé, sabem como ninguém estabelecer um ponto de equilíbrio entre a fé e a razão.
Olhando por este prisma o fundamentalista é fruto do meio no qual vive. Duma cultura que prima pela manutenção do seu tradicionalismo e censura toda e qualquer abertura a relativização dos absolutos. Em função disso, o bloqueio cognitivo das pessoas é inevitável. Isso se aplica a religiosos e não religiosos. Logo, esta classe “inferior” precisa ser educada em outros padrões para atingir os níveis ideais que facultem a liberdade individual e coletiva, em termos de radicalidade religiosa.
Renega a verdade se ela demonstrar o erro de seus preconceitos. Houve astrônomos que se negaram a olhar o céu através do telescópio temendo serem desfeitos seus erros. (Mirandinha)
ResponderExcluirPQP Mirandiha! PQPx2! Parabéns!
Eu tenho parado (e vou parar por completo de discutir sobre religião, sabe porque Mirandinha? Temos que ser "dóceis e gentis" ao falar com intolerantes. Temos que respeitar um deus que não existe e uma bíblia que pra eles é sagrada, recebendo a advertência: "o temor (ou como já fizeram aqui comigo: a REVERENCIA) do senhor é o principio da sabedoria"
Mas os mesmos que exigem de mim e voce respeito, não me respeitam pela liberdade que tenho em meu casamento, sentem desprezo pela minha orientação sexual e, ainda ousam dizer não ter preconceitos, classificando-me como uma "doente da alma". Exigem respeito pela sua pouca ou quase nenhuma habilidade em pensar, não ousam questionar e pensar fora da caixa. Apenas exigem de mim e de outros, que respeitem sua habilidade de não pensar e crer em qualquer coisa, mas não exitam em acusar a outrem. Se sentem ofendidos quando, generalizando e falando coletivamente (e não fazendo referencias pessoais), falamos de religiões, de seu deus e de seu cristo, mas não medem esforços em nos atacar e ainda dizem: voce fala de meu deus eu posso muito bem falar de voce. Sequer conseguem perceber o tamanho de sua pequenez e pior, de seu preconceito.
Hoje, o FAcebook bloqueou minha conta por que um religioso se sentiu ofendido comigo por eu não crer no cristo mito dele e o face me exigiu um documento e não pude mais usar meu nick. É por estas e outras que não mais irei discutir com religiosos, pois eles falam o que querem e quando leem algo que não lhes agrada, se fazem de vítimas e logo dizem: vc está sendo intolerante com os intolerantes. Mas não levam em conta as vezes que batem nos outros, seja com a cruz, seja com a bíblia, seja com seu credo...
Irei seguir o conselho do And: "discutir com quem tem a mente fechada é ruim, pior é discutir com quem pensa que abriu a mente"
E foi uma destes que diz aque pensa "fora da caixa" que me infernizou a vida no face apenas porque eu expus pra ele minhas questões. Fuii xingada de prepotente, arrogante, entre outras coisas... mas eu tenho que ser tolerante, pois se não for, estarei sendo intolerante com os intolerantes!
vejamos outros exemplos: bixa não vai para o céu, deus odeia homos..., e quando são mais "disfarçados": voce é doente de alma, mas quando reagimos, somos intolerantes! Bater é muito bom, apanhar é ruim, querem bater, mas nunca apanhar!
E assim, descaminha a humanidade...................(ufa falei)
Bjux Mirandinha...
Ps.: vou replicar agorinha em meu blog...
Caro Levi,
ResponderExcluirSó que, até agora, ninguém provou que o choro da criança ao nascer, denota infelicidade ou descontentamento.Se este é seu unico ato, podemos interpretar de qualquer maneira.
Grande Gilberto,
ResponderExcluirO ateísmo não defende bandeira alguma. Ateismo é um estado de espírito e não é para quem quer, é para quem pode. Portatanto o ateu, ou descrente, não pode ser um fundamentalista por falta de fundamentos. He, he, he...
Edu meu caro,
ResponderExcluirEu não quero entender sua fala, tenho você em outra conta, mas...
Guiomar Barba,
ResponderExcluirEu não sei se um déspota sem esclareciment não seja muito pior pois vem acompanhado da hipocrisia.
Guiomar Barba,
ResponderExcluir"Inevitavelmente eu pertenço a esta massa claro/escuro, mas sou bastante flexível para mudar minhas opiniões se houver evidências. Mas nunca serei um boi de boiada nem um bõbo da côrte."
Inevitavelmente porque nasci num país de terceiro mundo colonizado por idiotas cristãos e não consegui, por falta de oportunidades me tornar um excelente. Fui criado para não ser um medíocre apesar de me figurar, ainda, no meio claro/escuro onde se encontram a maioria dos idiotas. Não desci do pedestal, continuo olhando para cima.
Donizete,
ResponderExcluirEu vejo o protestantismo como a banda podre do cristianismo. As mentiras pregadas são as mesmas da bíblia do catolicismo. No entanto os evangélicos as pregam e cultuam com extremo pedantismo e hipocrisia. Se intitulam os donos da verdade e não respeitam os que não arvoram seus conceitos. Qualquer marginal pode ser um pastor e de bíblia em punho prega virtudes que não tem em nome de Deus. Poucos são os pastores que tem caráter ilibado e servem de exemplo moral para seus fiéis. Grande parte de seus membros se tornam crentes dentro de presídios, talvês seja porisso. A falta de conhecimentos os tornam irredutíveis para aceitar refutações.
Anja Arcanja,
ResponderExcluirParabéns pela coragem. Já estou inclinado a ignorar religiosos de todos os tipos, principalmente os de baixa cultura para que meus ouvidos não se torne uma latrina. Comecei pela SKY, bloqueei todos os canais de pregadores espituais,estou começando a falar o português que eles entendem, o português da intolerância, deletei todos os fanáticos, lunáticos e epiléticos religiosos do meu face. Por qualquer falta de respeito eu me fecharei em concha e nada perderei. Discutir religião não traz benefício algum para quem tem oportunidade de conhecer outros temas.Posso até ter um amigo que goste de briga de galos, mas crente, NÃO.
gente, eu estava ironizando com o "fundamentalismo superior e esclarecido"....rssss
ResponderExcluirMIrandinha, o que eu quero dizer é que tudo mundo é fundamentalista. Ou seja, todo mundo tem a sua filosofia de vida baseado em alguns fundamentos. O religioso vive sobre o fundamento da fé e da crença e assim interpreta o mundo, o materialista vive sobre o fundamento da realidade material e assim interpreta o mundo. Ambos são fundamentalistas. Tanto de um lado quanto do outro há idiotas e sábios. O inteligente mesmo é aquele que apesar de ter seus fundamentos, sabe aceitar o fundamento alheio, criticar e ser criticado.
Pois outra coisa chata destes nossos tempos é todo mundo dizer que quem é contra você é intolerante. Ora, desde que eu não queira o extermínio em câmaras de gás de ateus, eu posso criticá-los a vontade e ele a mim. E depois de preferência, vamos tomar umas louras geladas num bar com música ambiente pois o mais prazeroso da vida não é ganhar discussões dialéticas.
Mirandinha,
ResponderExcluiro bebezinho está lá, feliz da vida protegido no útero da sua mãe. O útero é o seu Éden. Sem ameaças, sem dor, sem preocupações. Ele dorme ao som das batidas do coração daquela que lhe sustenta. Sente boas emoções quando essa desconhecida deusa canta para ele e quando afaga o barrigão e como se lhe acariciasse. Então, vem a "serpente do paraíso" travestido de obstreta (o Levi, por exemplo) e ajuda a natureza a expulsá-lo da sua casa materna para um lugar com luz e burburinhos à sua volta e sem água!!!!!! que absurdo, lhe tiram da água para um lugar seco!!!!
De fato, ele deve chorar de alegria e contentamento.
Mas aí, Edu... Lá vem você com uma interpretação poética-psicológica-metafórica do Gênesis. De uma maneira mais leve, estás trazendo a figura mítica da serpente, que significa astúcia e sabedoria para, inconscientemente, ou sem querer querendo, introduzir a religião em discussão de novo nesta sala sagrada (kkkkkkkkkk)
ExcluirPor favor, senhores fundamentalistas ou não (rsrs), entendam que a serpente não representa mais o mal e a expressão de Satanás. Ela representa a criatividade psíquica profunda, pois é descrita como "o mais sagaz de todos os animais". Ela também representa toda a cobiça e inveja - duas características demasiadamente humanas de todos nós. Amém?!
Amém Levi! rsrsrs
ExcluirEduardo, penso que voce não entendeu meu comentário, eu entendi o seu e apenas aproveitei a deixa para fazer o meu (aliás, aproveitei o seu e o do Doni), mas de forma alguma fiz referencia velada a voce e nem ao Doni e expliquei isto em resposta a seu comentários lá no face viu? ersrs leia lá depois.....
Bjux e bão dia procêis
Mirandinha "Eu não sei se um déspota sem esclareciment não seja muito pior pois vem acompanhado da hipocrisia."
ResponderExcluirEu creio que maior maldade tem o esclarecido que se torna déspota.
Mirandinha, A sua intolerância para com as pessoas que escolheram ser religiosas, me diz muito da sua falta de sabedoria, embora seja um homem notavelmente culto.
ResponderExcluirCada um busca conhecer o que lhe interessa mais...
Edu meu caro,
ResponderExcluirO fundamentalismo é uma observância rigorosa à ortodoxia de doutrinas religiosas onde a mais cruel é a do islamismo. No entanto o cristão protestante se tornou um fundamentalista na conservação de sua identidade religiosa agindo com intolerância aos que não acreditam em seus profetas. Portanto, o ateu não pode ser um fundamentalista por falta de fundamentos religiosos e só retruca quando são aviltados.
Você conseguiu sair pela tangente. Copiou o Hardy.
Existem os bebês que nascem dentro de piscinas e tambem choram. Quem me garante que eles podem fazer outras coisas? Pergunte ao PhD em partos (Levi) se ele já viu algum nascer rindo, se já viu algum jogando beijinhos para o parteiro? Pelo visto, você nunca chorou de felicidade.
ResponderExcluirPor ser feliz tambem se chora.
Guiomar Barba,
ResponderExcluir"Déspota" tambem quer dizer dominador. O déspota sem domínio é um hipócrita,Impostor, fingido, dissimulado, falso. É mais difício quem conhece crenças se tornar um.
Eu domino o meu pedaço e busco conhecer o interessante, o que soma, o que enriquece a cultura.
"Difício"? Me lembrei do acento e esqueci do L.
ResponderExcluirCaro Levi,
ResponderExcluirA cobra é um animal interessante. Vôa sem ter asas, corre sem ter pés, sobe em árvores sem ter garras, nada sem ter pás, pôe ovos e não choca e rasteja sem deixar astros. Foi traída mas é símbolo da traição.
Aí bem perto de você Miranda, no mundo amazônico, se fala de uma cobra muito grande ― a Boiúna: um animal mítico que possui poderes sobrenaturais, pois se transforma em um navio iluminado que surpreende e espanta os navegantes em noites escuras e tormentosas.
ExcluirQuem conta bem essa história é João de Jesus Paes Loureiro (vai ver que você o conheça) ― Doutor em cultura pela Sorbonne – Paris, e Professor de Estética e História da Arte e Cultura amazônica da Universidade Federal do Pará.
Mirandinha, faz anos que leio o Levi, acreditando que o choro da criança significa a dor do desamparo, da expulsão do útero materno. Entendo que nem mesmo Freud, poderia explicar o choro da criança ao sair do ventre da mami, porque só nós mulheres sabemos como abraçamos a criaturinha em total amparo, com um largo sorriso logo após as dores e lágrimas.
ResponderExcluirO amor que incorpora-se em nosso ser ao ouvir do médico: está grávida! É inexplicável.
O choro deve ter sido a primeira expressão, a primeira linguagem, nos primeiros minutos de nossa vida. Este seria o primeiro e impressionante retrato do nosso ser: músculos da face e da boca contraindo-se e se relaxando ante um forte sopro vindo dos pulmões a extrair das cordas vocais um estranho e fundo gemido.
ExcluirA nossa velha expressão de dor e desamparo nasceu ali no mesmo leito daquela que nos abrigou por longos nove meses. Desamparo, pela expulsão violenta e bisonha, do “paraíso uterino”, onde tão felizes e bem acomodados estávamos, para um mundo hostil e cheio de incompreensões.
Ficou registrada desta forma, a primeira memória no disco virgem do nosso cérebro. A saudade daquele paraíso, a dor, o choro, continuam a nos marcar pela vida afora.
Ativamos esta memória, renovando a sensação daqueles sintomas, toda vez que nos sentimos rejeitados, incompreendidos, enfim, quando sofremos a perda daquilo que nos causava tanto prazer. A vida é assim mesmo. Vivemos a repetir aquele primeiro ato, toda vez que somos jogados de uma maneira brusca e selvagem, em um mundo frio, cruel e desumano.
Gostou, minha cara poeta? (rsrs)
Levi,
ResponderExcluirquis com meu comentário enfatizar o choque que a criança tem quando nasce pela mudança de habitat. Sabia que você levantaria a metáfora para o sentimento religioso, como de fato o fez. Eu não acho que a origem da religião esteja apenas na experiência de separação do nascimento, mas creio que também faz parte. De fato, Levi, a serpente sempre foi vista como sagaz e símbolo de sabedoria. Pena que no cristianismo ela veio a ser identificada com o diabo. Ainda que tenha a ver, pois dizem que o diabo é Lúcifer ("o que traz a luz"). Nascer é vir para a luz. É o choque de sair da inocência (éden-útero) para caminhar com as próprias pernas mas carregando na alma a saudade pela segurança original.
Nascer é "um parto" mas tem uma hora que a unidade tem que ser rompida senão a vida da criança entra em risco de morte. Mas aí, Levi, como conseguir outra vez aquela unidade plena, maravilhosa, que tínhamos no éden-útero? Alguns querem ver nesse desejo pela unidade perdida uma ilusão, um "fuga da realidade" quando na verdade é o contrário - é exatamente uma volta "a realidade primal perdida.
Amém, apóstolo Levi?
MIrandinha,
ResponderExcluiras vezes sair pela tangente faz parte do jogo...rss
convencionou-se chamar religiosos fanáticos e perigosos como "fundamentalistas", então as pessoas acham que o termo deve ser ligado exclusivamente a religiosos, o que não é verdade.
Fundamentalista é qualquer um que defenda com unhas e dentes sua verdade, seja ela religiosa ou laica. O fundamentalista perigoso é aquele que quer te matar pelo o que ele acredita.
Mirandinha, tirando esse detalhe, devo dizer que o teu texto é muito bom e nos enriquece o pensamento. A mente não é só "importante", a mente é tudo.
ResponderExcluircomo eu ia falando, existem fundamentos e fundamentos. A ciência possui seus fundamentos, a filosofia os seus e a religião os dela.
ResponderExcluirSeria absurdo dizer que se uma pedra for lançada para o alto ela sempre vai cair (se nada lhe impedir a queda) como uma afirmação fundamentalista no sentido negativo. Todos podemos observar que as coisas caem, então, podemos dizer sem medo de errar que existe uma força que mantém os corpos presos ao planeta. Isso é um fundamento científico observável.
Mas como dizer que os fundamentos do existencialismo são verdadeiros e que a metafísica de Aristóteles só tinha mentiras? Qualquer um que diga que o existencialismo de Sartre é a mais pura e absoluta filosofia torna-se um fundamentalista pois é próprio da filosofia sempre se questionar e continuar fazendo mais perguntas do que oferecendo respostas. Nesse sentido, os filósofos não são dados a fundamentalismos.
O fundamentalismo religioso, da mesma forma, torna-se um "ismo" quando não admite e não tolera a fé e as crenças dos outros. Mas ainda aí, na tolerância, é possível se agarrar às suas verdades religiosas como absolutas desde que se tolera a dos outros. Quando não existe a tolerância e a aceitação, então o fundamentalismo religioso se torna o mais burro dos fundamentalismos pois qual religião pode provar seus dogmas cientificamente de forma que todos possam ver na prática, sua verdade?
“ Mas aí, Levi, como conseguir outra vez aquela unidade plena, maravilhosa, que tínhamos no éden-útero?”v (Edu)
ResponderExcluirCada um de nós, quando confrontado com o sentimento de não conseguir ser compreendido, que não deixa de ser um sentimento doloroso que faz o corpo estar mal em meio aos outros, sente a solidão, a saudade, tédio, angústia, “fossa” e chateação. O “eterno retorno” ao útero metafórico que o religioso aspira, é o seu céu imaginário, lá no alto.
O “não religioso”, por sua vez, não deixa de aspirar, também, a um eterno retorno, só como diz o Miranda: “com um alvo diferente” ― “o eterno retorno”, nesse caso, seria imaginado ou percebido como um desses lugares onde a solidão e a paz reinassem, tal como um planeta distante onde um dia a natureza pudesse nos devolver a completude de que éramos portadores , quando antes do “estágio do espelho” nos sentíamos como uma extensão do peito e do colo da nossa própria mãe.
Esse desejo por um futuro de justiça e paz onde todos se entendam, faz parte do “Eterno Retorno” que o audacioso homem amplia até para depois da morte: uns querendo reinar e ver seus inimigos ardendo no Hades; outros desejantes de que a tecnologia e a ciência agindo por meios fantásticos, um dia, modifiquem enfim as condições de nossa realidade existencial; ainda há outros, céticos que entendem que “céu, “inferno”, Deus e o Diabo são arquétipos que simbolizam nossos afetos ambivalentes. Para esses últimos o “Reino de Deus” está no presente, sendo a síntese desses pólos aparentemente opostos, o seu milênio de paz apocalíptico
Caro Levi,
ResponderExcluirNão conheço o Dr: JJPL mas ouço falar. A Boiúna é a mesma Sucurí, a maior de todas as cobras, é tão grande quanto à Amazônia mas é menor que o mito cristão. Alguns estudam mitos enquanto outros fazem deles a luz de suas vidas.
A sucuri, também conhecida como anacoda na amazônia peruana, e uma cobra que atinge 6 m de comprimento, quando a mesma supera esse tamaho e denominada sucurijú, peloas populações do amazonas, podendo chegar até o dobro do tamanho, em relatos, ouve-se dizer que adquire propriedades magicas, como o poder de virr barcos ou viver encantada a levar pessoas para os fundos dos igarapés onde vivem, são inumeros os casos de hisorias de grandes sucuris vivendo adormecidas em baixo de ponte, predios e até cidaes e que ao se mexerem realizam verdairas catastrofes.
ExcluirObservemos no entanto que a lenda da BOIUNA, e mas antiga datando do inicio da colonização e não estando resrita a Amazõnia e sim a quase todo territorio nacional, a 1ªvez que li algo sobre ela, fazia referencia a uma lenda do RS.
André Silva, traterra
Guiomar Barba,
ResponderExcluirO Levi Bronzeado é um ginecologista com vasta experiência em partos. Sua ação deve ser prazeirosa, pois trabalha onde outros se divertem. Não acredito que ele interprete como desprazer o ato de nascer para todos os nascíveis. Alguns devem nascer felizes mesmo chorando pois o chôro é sua única linguagem. Linguagem esta que só é interpretada pela mãe.
Edu meu caro,
ResponderExcluirEstou falando do pior fundamentalismo, o fundamentalismo religioso, o que causa males incomensuráveis, este que o crente copiou do islamismo para não fugir da regra: copiar ensinamentos alheios.
Edu meu caro,
ResponderExcluirEste seu posicionamento é mais compatível com o Eduardo Medeiros que eu conheço.
Caro Levi,
ResponderExcluirEste "eterno retorno" pode até ser a um útero extra terrestre ou até a um outro mais plausível que o céu, mas sem o inferno.
ResponderExcluir"Ficou registrada desta forma, a primeira memória no disco virgem do nosso cérebro. A saudade daquele paraíso, a dor, o choro, continuam a nos marcar pela vida afora."
Ó doce ilusão Levi, Freud hoje ficaria horrorizado em saber o que milhares de mães são capazes de fazer com seu bebê durante os meses de gestação, quando não optam pelo aborto, muitas delas, da forma mais selvagem.
"Pena que no cristianismo ela veio a ser identificada com o diabo. Ainda que tenha a ver, pois dizem que o diabo é Lúcifer ("o que traz a luz"). Nascer é vir para a luz. É o choque de sair da inocência (éden-útero) para caminhar com as próprias pernas mas carregando na alma a saudade pela segurança original."
ResponderExcluirEdu, quando Moisés levantou a serpente no deserto, ela tipificava Jesus na cruz? Na cruz Ele se tornou maldição...
Lúcifer abandonou a sua própria identidade, quando priorizou a glória, assim ele passou a ser chamado de diabo, emergiu da luz para as trevas. Foi sua, a escolha.
Levi, no caso da gravidez indesejada e do feto maltratado, o choro procede da dor de não ter o que chorar?
ResponderExcluirTalvez no caso, como sugere Mirandinha, ele exprima felicidade ao chegar à luz, a esperança de ser desejado, amado...
Você abandonou o cantinho das poetisas, você era um estímulo para mim rsrs
Mirandinha, que displicência a minha, gostei de sua resposta a meu cometário........
ResponderExcluirBjux.....
Galera, o debate está bom, mas preciso subir pra respirar! rsrs
Edu, aqui vc foi quase excelente: O fundamentalismo religioso, da mesma forma, torna-se um "ismo" quando não admite e não tolera a fé e as crenças dos outros. Mas ainda aí, na tolerância, é possível se agarrar às suas verdades religiosas como absolutas desde que se tolera a dos outros. Quando não existe a tolerância e a aceitação, então o fundamentalismo religioso se torna o mais burro dos fundamentalismos pois qual religião pode provar seus dogmas cientificamente de forma que todos possam ver na prática, sua verdade?
ResponderExcluira tolerancia e o respeito é a base de tudo, mas, isto é o que menos se vê, por isto os "ismos" são tão cancerosos. (seja que ismo for) estou tão saturada que até idealismo estou vendo com maus olhos! rsrs
Fundamentalismo representa aquele que confere caráter absoluto ao seu ponto de vista. Daquele que não cuida de seu espírito e nem de sua inserção no processo sempre variável da história.
ResponderExcluirImediatamente surge grave conseqüência: quem se sente portador de uma verdade absoluta não pode tolerar outra verdade, e seu destino é a intolerância. E a intolerância gera o desprezo do outro, e o desprezo, a agressividade, e a agressividade, a guerra contra o erro a ser combatido e exterminado. Irrompem conflitos religiosos e ideológicos como sempre com incontáveis vítimas de todos os lados.
Doni, pra mim, só existe uma verdade absoluta, e esta eu defendo como fundamentalista: A VIDA!
Excluir(Gostei de seu comentário sô, e quem diria né? Estamos nos dando tão bem, e tivemos um começo meio atrapalhado) rsrsrs
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirTodo fundamentalismo é ruim, todo exagero é péssimo (eu que o diga), mas, o fundamentalismo religioso (concordando com o Mirandinha) é o pior, porque diz dar vida, enquanto a suga; diz amar, enquanto discrimina; apregoa liberdade, enquanto apenas tem algemas a oferecer... e o pior, com uma base (possivelmente) falsa!
ExcluirE o que tem acontecido nos tempos de hoje? uma avalanche de neo-ateus que ainda borram as fraudas com idade entre 15 e 21 anos ou até mais (seria esta a geração y?),atacando a religião com seu new-ateísmo sem sequer conhecer as bases da religião ou de deus-mito. Não entraram nas águas sequer para molhar as unhas encravadas e mau cheirosas dos pés e se colocam a atacar a religião, a bíblia e o deus que eles supostamente imaginam que não existe, mas, não tem base nenhuma para pensar assim.
Isto é o puro reflexo do fundamentalismo e intolerancia dos cristãos que, da mesma forma, não sabem nada de seu deus ou de sua religião e sequer conhecem sobre o livro que julgam ser sagrado. Apenas vomitam dos púlpitos seus conceitos e preconceitos (todos, absolutamente todos errados e contra a vida) para alimentar suas "ovelhas" que, alegremente engolem o vômito e tentam regurgitar nas bocas dos que se recusam a engoli-lo, tendo nojo e repulsa, mas as "ovelhas" bem mandadas insistem e insistem e insistem! E terminam por acusar de rebeldes e doentes de alma pessoas que, irão se levantar ferozmente contra a religião, deus e o que mais lhes vier pela frente.
É um círculo vicioso! É um círculo vicioso!
O neo-ateísmo é um efeito "retardado" (no sentido pejorativo da palavra) da fé cristã, e o ateísmo explicito (que também não deixa de ter como causa primeira a crença) floresce em poucos com a razão. (não sei se o Mirandinha irá concordar comigo)
Baixei as armas...........
Anja......................
É como o Carlos me disse: Há batalhas que merecem ser travadas,
mas que o amor é que merece ser cultivado sempre (Carlos Cavalheiro)
Combati um "mau combate", abri meus olhos, larguei a fé, mas quero manter meu amor!
ExcluirAnja,
ResponderExcluirJá fui fundamentalista. Talvez ainda o seja no tocante à alguns princípios. Na verdade o termo fundamentalismo tornou-se a palavra de acusação em voga. Entretanto fundamentalista é sempre o outro. Quando é aplicado para nós mesmos, geralmente preferimos o emprego de outros termos.
Mas verdade seja dita: existem fundamentalismos em todas as áreas, ainda que em muitas delas, preferem o uso do termo “radicalismo”. Ele está presente nas religiões, na política, na economia, e em até mesmo em outras ideologias que consideramos as mais liberais possíveis. Mas que não abrem mão do cerne que os une. O que não podemos ignorar é que os fundamentalismos estão aí com grande ferocidade, representando um risco para a pacífica convivência humana e para o futuro da humanidade.
Fechou! (viu o comentário que fiz a vc aí em cima???)
ExcluirAndré Silva,
ResponderExcluirObrigado pela sua visita e seja bemvindo a esta sala de cristãos enrustidos que respeitam Deus mas morrem de medo do Diabo e ainda se dizem ateus. Sairam da gaiola mas deixaram a porta aberta. He, he, he...
A cobra aqual o Levi se refere é em alusão a Lucifer como anjo de luz e inteligência.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk rachei Mirandinha! rsrs outro dia brigaram comigo por conta de falar isto hein? rsrsrsrs
ExcluirE na verdade, Lúcifer é ninguém menos que Cristo, não é mesmo Mirandinha? rsrs esta vai fazer gente chorar rsrsrs
ExcluirGuiomar Barba,
ResponderExcluirEu não sugeri que a criança chora ao nascer exprimindo felicidade na esperança de ser amado. Quem sou eu para afirmar de tamanha magnitude sem conhecimento plausível?
Eu sugeri que ninguem pode afirmar que o choro da criança ao nascer expresse insatisfação. Até agora não existe tradução para este choro.
Anja Arcanja,
ResponderExcluirOs dois trabalham no mesmo circo onde Deus é um comediante que atua para uma platéia assustada demais para rir. Concorda?
Donizete,
ResponderExcluirO termo "fundamentalismo" é aplicado para descrever excessos religiosos. Outros extremos são considersdos radicais. Neste contexto todos nós temos nosso radicalismo. Aí eu concordo.
Anja Arcanja,
ResponderExcluirGostei de sua esplanação incluindo os neo-ateus à massa de intolerantes ao fundamentalismo cristão. É o efeito do tiro no pé desferido pela própria igreja. Mas o círculo vicioso está girando ao contrário. Ainda bem, ainda bem!!!!...
GUI, vou falar sobre o coisa-ruim teologicamente.
ResponderExcluirEssa ideia de um querubim se rebelar contra Deus e ser expulso do céu não encontra base em lugar algum da Bíblia. Esqueça as interpretações corriqueiras que se fazem de Isaias e Ezequiel. As tradições dos autores que escreveram o pentateuco nunca falam nada sobre tal querubim caído. O a estória de anjos caindo vem do livro apócrifo de enoque e que Gênesis 6 faz referencia. Mas o motivo da queda desses anjos não foi o desejo de usurpar o trono de Deus, ao contrário, foi o desejo de se misturar no mundo dos homens por causa das mulheres. Pois é, as anjas no céu deviam ser pouco atraentes e eles preferiram as "filhas dos homens".
A ideia de um querubim poderoso que "perdeu sua identidade" e foi expulso do céu por Deus levanta questões sem respostas.
1 - Se Deus sabia que os seres que ele criaria se rebelariam contra ele(anjos e homens) e que espalhariam a violência sobre a terra, ele é o responsável pelos atos desses seres. Quer dizer, ele escolheu criá-los mesmo assim, sabendo o que aconteceria.
2 - Se Lúcifer teve livre-arbítrio para pecar contra Deus o que impede dele um dia se arrepender e obter o perdão divino? Nada impede, somente a teologia da IURD e congêneres que ficariam sem seu atrativo principal.
3 - O dualismo entre bem e mal, entre Deus e o Diabo foi importado pelo judaísmo tardio da religião persa (zoroastrismo), assim como a ideia de prêmio e castigo, da ressurreição dos mortos (ideia que também já existia no Egito antigo) e da purificação final dos pecadores. Não se pode desprezar essa influência.
Então, amiga, basicamente é isso. Teologicamente é muito complicado criar uma ideia que tenha algum sentido de um Querubim ungido que se tornou a encarnação do mal, mas sei que a teologia fundamentalista assim ensina e compreende. Mas compreende mal os textos bíblicos, em minha opinião.
Disse que falaria "teologicamente", mas como você sabe, para mim toda essa estória é mitológica.
Um bom texto dentro do tema:
ResponderExcluirhttp://www.missiologia.org.br/cms/ckfinder/userfiles/files/55fundamentalismoreligioso.pdf
EDU quero lhe questionar os tre pontos se me permitir:
ResponderExcluirA ideia de um querubim poderoso que "perdeu sua identidade" e foi expulso do céu por Deus levanta questões sem respostas.
1 - Se Deus sabia que os seres que ele criaria se rebelariam contra ele(anjos e homens) e que espalhariam a violência sobre a terra, ele é o responsável pelos atos desses seres. Quer dizer, ele escolheu criá-los mesmo assim, sabendo o que aconteceria.
E se a fonte do mal for o livre arbítrio? E sem a questão do mal como conhecer o bem? Portanto como ficaria o mundo moral? Não seria um desrespeito muito maior Deus nos isentar do conhecimento do bem e do mal para entendermos e sermos educados para um bem maior? O mal é um mal mesmo? Ou é uma concepção nossa daquilo que aparentemente não faz bem, como por exemplo a dor. Há pessoas que não sente dor, uma doença. estas pessoas desejam sentir dor, pois a mesma é uma auto defesa de proteção. O mal não poderia ser isso? Me dê uma razão para que o mal não exista? Eu te dou uma: O mal não tem uma existência própria, mas na verdade, é a ausência do bem
2 - Se Lúcifer teve livre-arbítrio para pecar contra Deus o que impede dele um dia se arrepender e obter o perdão divino? Nada impede, somente a teologia da IURD e congêneres que ficariam sem seu atrativo principal.
Partimos da ideia de que o tempo em que vivia Lucifer é eterno. e que portanto lá todos os atos se eternizam. E uma vez vivendo o "tempo eterno" o sujeito possui pleno conhecimento de tudo e portanto uma atitude uma vez tomada é atitude que se eterniza já que não pode haver injustiça no ato de Deus onde há pleno conhecimento e onde uma decisão foi tomada pelo livre arbítrio.
3 - O dualismo entre bem e mal, entre Deus e o Diabo foi importado pelo judaísmo tardio da religião persa (zoroastrismo), assim como a ideia de prêmio e castigo, da ressurreição dos mortos (ideia que também já existia no Egito antigo) e da purificação final dos pecadores. Não se pode desprezar essa influência.
Concordo com você, porém não podemos esquecer que o que inspira um mito é a realidade de uma experiência. Os mitos nascem a partir de buscas de respostas e se ampliam ou mudam conforme a cultura de um povo. O fato destas ideias ou mitos não satisfazerem nossa razão não de ixa de ser uma expressão de uma realidade ou não que a humanidade procura explicações. o Mito ultrapassa a realidade, mas ela existe e exige uma explicação.
OK Mirandinha, perdão pela equivocada interpretação da sua fala.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirPois Edu, assim você pensa, e com certeza você terá argumento contra os seguintes textos:
ResponderExcluir"O inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é a consumação do século, e os ceifeiros são os anjos." (Mt 13.39). "Eu via Satanás caindo do céu como um relâmpago." (Lc 10.18). "Se também Satanás estiver dividido contra si mesmo, como subsistirá o seu reino? Isto, porque dizeis que eu expulso os demônios por Belzebu." (Lc 11.18).
Que rei teria esta performance? " Ez 28.14 "Tu eras querubim da guarda ungido, e te estabeleci; permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andavas."
4) era o mais importante entre os ANJOS - (Ez 28.12). "Filho do homem, levanta uma lamentação contra o rei de Tiro e dize-lhe: Assim diz o SENHOR Deus: Tu és o sinete da perfeição, cheio de sabedoria e formosura." (ANALOGIA)
A quem mais Jesus disse ter visto ser precipitado na terra?
(Is 14.12-20) "Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! Tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do Norte; subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo."
Edu, "Se Deus sabia que os seres que ele criaria se rebelariam contra ele(anjos e homens) e que espalhariam a violência sobre a terra, ele é o responsável pelos atos desses seres. Quer dizer, ele escolheu criá-los mesmo assim, sabendo o que aconteceria."
Deus os criou assim mesmo, porque Ele também sabia que eles teriam direito a escolher entre o bem e o mal. "A ninguém Ele ordenou que fizesse o mal", antes mostrou as consequências...
Por que está irado, e por que descaiu o seu semblante? Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo.
Com certeza se vários outros livros da bíblia contassem sobre Lúcifer, os argumentos seriam os mesmos.
Os espíritos expulsos das pessoas, por Jesus, foram os mesmos que foram expulsos dos céus junto com o seu chefe. Jesus nunca escondeu isto, tampouco os próprios espíritos, que muitas vezes ao ver Jesus gritavam apavorados: que O conheciam e sabiam que Ele era o Cristo de Deus.
Tive muitas experiências com espíritos, não há nada que possa me convencer que eles e o diabo não são reais.
Quem será o próximo a postar, já que não há mais ordem nesta sala de hereges e fundamentalistas? kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
GIL, pertinentes seus comentários. Mas realmente eu vejo que a teologia cristã se enrola muito nessas questões exatamente por entender que Deus é um ser moral.
ResponderExcluirA fonte do mal é o livre-arbítrio? de certo modo, sim, mas sempre resta a questão de que foi Deus que supostamente nos deu livre-arbítrio, logo, ele é o responsável pelos meus atos antes de eu mesmo ser responsável por eles.
Pela narrativa do Gênesis, Deus queria poupar o homem do conhecimento do bem e do mal. Ele proibiu que o homem comesse da árvore do conhecimento, logo, podemos deduzir que ele queria poupar o homem de tal conhecimento. Mas com a teologia cristã diz que Deus é onisciente, ele sabia que o homem comeria do fruto e tudo fica parecendo um jogo de cartas marcadas.
A ideia de que o mal é a ausência de bem é boa, teologicamente falando, pois absolutiza o bem como entidade existente e o mal como apenas uma consequência da sua falta. Mas a frase dita por Javé em Isaías parece que deixa essa ideia com problemas: lá ele diz: "Eu crio as trevas e o mal".
A resposta pelos atos de Lúcifer para explicar que ele não pode mais se arrepender eu também conhecia mas também acho que fica com problemas diante da outra questão de que Deus sabia que Lúcifer iria se rebelar.
Não tem jeito, meu amigo, diante da teologia cristã, a única opção mais "racional" é admitir que tudo vem de Deus, tanto o bem quanto o mal, aliás, era assim que pensavam os autores do AT. Ele é em última análise, o autor dos atos livres dos homens e dos anjos por ter ele dado a eles o livre-arbítrio sabendo exatamente o que eles fariam com seu livre-arbítrio.
Mas como tudo isso é mito, não devemos buscar racionalidade no mito e nem mesmo coerência lógica. Eu concordo que os mitos são explicações da realidade, mas uma explicação pré-científica, logo, falha.
E os mitos que ultrapassam a realidade visível então, esses é que não tem mesmo conteúdos lógicos; mas aceito que tenham conteúdos para a lógica subjetiva e sentimental de quem crê neles como realidade objetiva.
E aí, como ficamos, meu amigo? rs
E..................................... o povo já descambou para a peleja do diabo com dono do céu Mirandinha, e o pior é que não se dão conta que são a mesma pessoa (ou o mesmo deus) hahaha
ResponderExcluirNo meu comentário lá em cima eu sinalizei parecidamente com você, Anja.
ExcluirTranscrevo essa parte da minha fala, que ficou no vazio:
[...]o “Reino de Deus” está no presente, sendo a síntese desses pólos aparentemente opsotos(Céu e Inferno, Deus e o Capeta) - rsrs
Edu meu caro,
ResponderExcluirGostei do seu realista depoimento teológico cristão de esquerda, dirigido à Guiomar, sobre a invenção do mal pelo bem. Você acabou dizendo que o mito cristão é uma falácia faraônica até no tamanho. Concordo, não existem mil demônios.
Edu meu caro,
ResponderExcluirSão palavras suas:
"Pela narrativa do Gênesis, Deus queria poupar o homem do conhecimento do bem e do mal. Ele proibiu que o homem comesse da árvore do conhecimento, logo, podemos deduzir que ele queria poupar o homem de tal conhecimento. Mas com a teologia cristã diz que Deus é onisciente, ele sabia que o homem comeria do fruto e tudo fica parecendo um jogo de cartas marcadas."
Edu, jogar com cartas marcadas é trapaça. Além do mais você e outros crentes dizem que Deus não desejava o conhecimento para os humanos mas o Diabo proporcionou isto. Então devemos agradecer ao Diabo pelo presente, não é?...
Anja Arcanja,
ResponderExcluirO livro de Gênesis descreve um criador como um débil mental, incoerente, um ícone do bem. Descreve um opositor sagaz e inteligente, futurista, político e irreverente como reincarnação do mal. Não percebem que um é o inverso do outro. Sem um, o outro não existiria pois um age em nome do outro. Não é atôa que na casa de Deus, o Diabo é o personagem mais comentado e nas atribulações, infelicidades, dores, catástrofes ou guerras, Deus é o personagem mais desejado. Um não sobrevive sem o outro. São gêmeos vitalinos.
A lenda de ambos fazem parte do mesmo gibi.
" São gêmeos univitelinos".
ExcluirCriados a imagem e semelhança de suas criaturas-criadoras hahaha
ExcluirGuiomar Barba,
ResponderExcluirEsta falta na interpretação de falas causou a morte de Napoleão Bonaparte quando disse para os portuguêses: PAY DAY WEEK AGO.
mas entre nós causa perdão kkkkkkkkkkkkkkkk
ExcluirPois é mago Levi, certíssimo voce: pólos aparentemente opostos(Céu e Inferno, Deus e o Capeta)
ResponderExcluirMirandiha, uma vez vi um "sermão" do pr. Marco Feliciano (assembleiano, deputado, marqueteiro, embromeiro...) dizendo que no episódio da serpente, deus ficou olhando e torcendo pra Eva não ceder, e quando ela cedeu, ele olhou para a serpente (diabo) e disse asssim: "Tá bom, esta vc venceu, mas me aguarde, já tenho outro plano, meu filho vai salvar a humanidade e pisar em sua cabeça" kkkkkkkkkk tem base???
ResponderExcluirA verdade é uma só: deus e o diabo são os mesmos deuses! Tenho dito!!!
Mirandinha, voce disse que são gêmeos univitelinos e são mesmo! Criados a imagem e semelhança de suas criaturas-criadoras hahaha
Excluir"(...) A tolerância dos ideais alheios é a virtude suprema dos que pensam e difícil e inaceitável para os semicultos. Exige um perpétuo esforço de equilíbrio ante o erro dos outros, ensina a suportar esta consequência legítima da falibilidade de todo juízo humano. Aquele que se esforçou muito para formar sua crença, sabe respeitar as dos outros. A tolerância é respeitar nos outros uma virtude própria, a firmeza das convicções, reflexivamente adquiridas, faz estimar nos próprios adversários um mérito cujo preço se conhece (...)"
ResponderExcluirEu acrescentaria que tal virtude aperfeiçoa-se quando, além de aprendermos a tolerar os ideiais alheios, nós nos abrimos para um partilhar de ideias, esforçando-nos em compreender o modo de pensar e de refletir do outro, estabelecendo assim um diálogo maduro. E tal abertura trás em si o entendimento de que não somos donos da Verdade.
Abraços e boa semana a todos!
Digo, bom FINAL DE SEMANA pra vocês.
ExcluirNão sou intolerante mas não tolero gente burra, e se considero algumas formas de crer uma grande burrice, logo, sou intolerante sim.
ResponderExcluirNão é que o diabo e deus são a mesma pessoa - não no texto bíblico(mas entendo a colocação de vocês). o satã que aparece em jó ainda não é o satã dos tempos de Jesus e do cristianismo posterior. o satã do livro de jó é um ser angelical cuja missão é ser um tipo de promotor dos humanos, acusando-os perante deus. mas não é o diabo cristão.
ResponderExcluirAnja, Marco Feliciano é um surtado que pensa que é galã gospel.
Levi, essa é a visão psicanalística moderna do termo "Reino de Deus". Quando os judeus do primeiro século diziam "Reino de Deus" isso tinha um significado concreto e político, histórico.
Apareceu o NOREDA!!!!!!!! e já chegou dizendo que não tolera gente burra...mas gente burra também não tolera gente inteligente...
A burrice é muito difícil de ser tolerada, ainda mais quando escoiceia.
ResponderExcluirRodrigo,
ResponderExcluirNinguém é dono da verdade, mas existem alguns se intitulando donos da mentira como suas verdades. Aí, não é para odiar, é para ter dó.
Aí eu concordo com vc Mirandinha: é muito pai querendo ser dono de uma mentira só! rsrs
ExcluirPor isso é que o homem precisa manter sua reverência pela Verdade que é absoluta a qual nenhuma mente é capaz de compreender na totalidade. Eu costumo dizer que a Verdade está com Deus ou que Deus é a Verdade. Sei que você e alguns aqui são ateus ou agnósticos, mas peço que não entendam a minha afirmação como o estabelecimento da "minha versão da verdade" e sim que não me considero dono da Verdade. Pois o que tenho é um sentimento ou uma percepção pessoal e subjetiva da experimentação da Verdade. Abraços.
ExcluirAnja Arcanja,
ResponderExcluirQue filho? O que foi gerado por Maria fertilizada pelo Espírito Santo sendo esposa de Josè? A estória é tão mal contada que consubstanciaram (união de substâncias) Jesus a Deus e ao Espírito Santo tornando-os únicos na Santíssima trindade. Logo Jesus emprenhou a própria mãe. Tô certo?
Tá na bíblia, tá na bíblia...
Naquela época não existia côrno e a mulher era um depósito de esperma.
Para Freud, Deus e o Diabo têm uma origem comum. A “imagem Paterna” tanto contém a parte “divina” quanto a “satânica”. A religião erra redondamente ao querer separar estas imagens que representam nossos afetos paradoxais, sem os quais o homem não é humano.
ResponderExcluirExaminemos de perto esse processo dual ou dualismo que começou lá no nosso “éden”, ou nos nossos primeiros momentos de vida. O que Freud diz aqui é emblemático — coisa que ele conseguiu em suas intermináveis análises. Diz ele:
“Sabemos da vida secreta do indivíduo revelada pela análise, que sua relação com o pai ou tutor foi ambivalente desde o início, ou, pelo menos cedo veio ser assim. Isso equivale a dizer que ela continha dois conjuntos de impulsos emocionais que se opunham mutuamente: continha não apenas impulsos de natureza afetuosa e submissa, mas também impulsos hostis e desafiadores. É nossa opinião que a mesma ambivalência dirige as relações da humanidade ocidental com Deus”.
Diz mais ainda:
“ O diabo, certamente, nada mais é que a personificação da vida instintual inconsciente reprimida”.
O mito de Jó nos quer revelar que o maior conflito dele teve como causa, o acreditar em duas forças antagônicas que habitavam no ar, influíam no seu comportamento. E que era justamente por adorar e ser fiel a esse Deus que o Diabo não o tocava. O Noreda diria: Mas que burrice de Jó?. (rsrs)
Mas era assim naquela época: o homem atribuía todos os seus desejos e pensamentos bons à vontade de um Deus “bondoso”, e todos os pensamentos e instintos à uma entidade maléfica, o Diabo. Ainda hoje em alguns meios religiosos ainda se pensa desse modo.
Mas o que fazer quando o sujeito quer viver a fé medieval?
ERRATA:
ResponderExcluirOnde está escrito: "todos os pensamentos e instintos", LEIA-SE: "todos pensamentos 'maus' e instintos"
Tá certo, Levi, Javé é exatamente como Freud descreveu a dinâmica afetiva pai-filho: afeto e submissão. Ou seja, os críticos de Javé precisam parar de criticá-lo pois ele é exatamente como deveria ser: ambivalente. Na mesma hora em que chorava pelo abandono do seu povo, mandava Babilônia dar um surra neles para aprenderem a não desobedecer ao "pai".
ResponderExcluirLEVI, os críticos de Javé precisam ler Freud para entender que de fato, somos imagem e semelhança dele...rsss
Pois é, quero ver explicar isto para fundamentalistas alfabetizados funcionais.
ResponderExcluirFreud disse que: “... a própria personalidade de Moisés contribuiu para a formação da imagem de JAVÉ naqueles que ouviam a sua palavra. Não é preciso muita perspicácia para adivinhar que Deus e o Diabo eram originalmente idênticos ― uma figura posteriormente cindidas em duas figuras com atributos opostos. Nas épocas primitivas o próprio Deus possuía todos os aspectos terrificantes que mais tarde se combinariam para formar uma contraparte Dele”.
ExcluirMas em consonância com o que disse Miranda m sua última intervenção,
essa afirmação psicanalítica não entra de jeito nenhum na cabeça dos fundamentalistas cristãos. Isso é a maior das blasfêmias para eles. (rsrs)
Mas tem muito fundamentalista alfabetizado de fato, até com graus de doutor que acharia isso bem duvidoso, MIrandinha. A questão não é de alfebetização e sim, de teologia e crença.
ResponderExcluirAté porque Freud não é uma unanimidade se fosse seria intolerante discordar dele né?
ExcluirMas que suas falas e seus entendimentos ajudam e muito para enxergarmos também a partir dele outros ideias interessantes isso não dá pra negar.
Gil e demais confrades
ExcluirA psicanálise, hoje, mais madura, se apropria dos símbolos e mitos bíblicos para explicar o funcionamento da psique do homem ocidental de uma maneira imparcial. Como chega a reconhecer, Tillich, em sua obra “Teologia da Cultura”:
“ a Teologia tem recebido um tremendo auxílio da psicanálise, nunca imaginado no passado. Não há psicanálise ou existencialismo teísta ou não teísta. São apenas formas de análise da condição ou situação humana” .
Ora, se a ambivalência é a principal característica que define o homem, o Deus imaginário do religioso, consequentemente, será da mesma forma, ambivalente. O religioso fundamentalista com mais freqüência, realiza a projeção do seu “mal” no outro, ao invés de entender que a síntese desses pólos antagônicos (Deus e o Diabo) deve ser realizada dentro do seu próprio ser. A intolerância e o preconceito advém da projeção dos nossos recalques no outro, diferente.
E como é difícil não cair nessa teia REATIVA. (rsrs)
“Quem nos poderá livrar do corpo dessa morte?” ― disse Paulo, vivendo a sua própria ambivalência, os seus próprios conflitos internos, seu próprio céu e seu próprio inferno"
Legal Levi! Outra frase de São Paulo que diz: NÃO FAÇO O BEM QUE QUERO, MAS O MAL QUE NÃO QUERO. É bem por aí mesmo! Duas realidades que vive em conflito dentro de nós! Onde o mal parece ser o fruto proibido e por isso mais gostoso! rsrsrs
ExcluirAnja Arcanja,
ResponderExcluirOnde está você? Seu pupilo João Cirilo também se escondeu. A potência do cristão em discussões tem similaridade com os cavalos Quarto de milha; é rápida e curta. Já a dos infiéis é comparada aos jabutís; lenta e duradoura. Mata no cansaço.
heeeeeeee
ExcluirAmbiguidade teu nome é humanidade!!!!!
ResponderExcluirNão tá na hora de mudar o disco não?
ExcluirOpa Altamirando. vim atender aot eu chamado rsrs estou aqui, já o João, como assim meu pupilo? rsrs travamos discussões tão acirradas no face que acabamos por começar uma amizade, convidei ele pra vir pra cá para ser o representante junto com o Gilberto da ICAR, mas ao que parece, o gás dos "cristianistas" tá curto! rsrs
ExcluirEstou envolvida numa pesquisa e também no último tema da minha entrevista que tem me tomado certo tempo, e como agora estou trabalhando, ta complicado as coisas e ainda me preparando para a edição da revista em dezembro, pois tenho que estar em forma né? rsrs
Edu, depois me passa o Endereço daquele seu amigo que me chamou de feia que vou mandar um exemplar pra ele rsrs
Deixa eu ver aqui Miarandinha no que posso deixar meu pitaco rsrs
Caramba, escrevi mesmo Altamirando??? rsrsrs to precisando tomar uma viu? hahaha
ExcluirMirandinha, a potencia dos infiéis é lenta por ter sido depurada como o ouro, já a depuração dos fiéis é pirita! rsrsrs
ExcluirEdu, penso mesmo que voce tenha entendido minha colocação ao dizer que deus e o diabo são a mesma pessoa, pois eles nascem e morrem dentro de nós.
ResponderExcluirsão frutos de nossa imaginação rsrs
ExcluirImagina }Edu, "tô sem tempo' rsrs imagina se tivesse com tempo sobrando a bagunça que eu ia aprontar? rsrs
ResponderExcluirA mente de fato, é tudo. Einsten disse certa vez que "o eterno mistério do mundo é sua compreensibilidade".
ResponderExcluirSentimento religioso nada tem a ver com alfetização nem com burrice, tem a ver com contemplação. O mesmo Einstein disse também a Alfred Kerr que lhe perguntara se ele era religioso. Einstein lhe respondeu:
"Sim, o senhor poderia dizer isso. Tente penetrar, com os seus recursos limitados, nos segredos da natureza, e o senhor descobrirá que, por trás de todas as coisas concatenações discerníveis, resta algo sutil, intangível e inexplicável. A veneração dessa força, que está além de tudo o que podemos compreender, é minha religião. Nessa medida, sou realmente religioso"
Max Jammer: Einstein e a religião. Física e teologia, ed contraponto, p 34
"Nada se diz de essencial acerca da catedral se apenas falarmos das pedras." Exupéry
ResponderExcluirEdu quem pode postar agora?
ResponderExcluirAgora é a vez do João. Se não, será o Rodrigo.
ResponderExcluirQuer dizer, então que o postador da vez escafedeu-se!
ResponderExcluirJá estamos no oitavo dia, acho que está na hora do Eduardo Medeiros publicar uma receita de bôlo. Se aceitarem uma receita de bombom de alho, eu tenho. Religiosíssima!...