sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Concessionários do Espírito Santo



 João VIII
Houve em 857 um Papa João VIII que na verdade era uma Papisa. Papisa Joana que, ao dar a luz durante uma procissão, morreu a pontapés desferidos pelos padres que a seguia. Governou a igreja por dois anos e sete meses
Papa da Igreja Católica Romana (872-882) nascido em Roma, eleito em 13 de dezembro (872) sucessor de Adriano II (867-872), cuja ação mais marcante no seu pontificado para a história do catolicismo foi a decretação da canonização dos santos (880). O papa de número 108 faleceu envenenado em 16 de dezembro, em Roma, e foi sucedido por Marino I (882-884).A primeira vítima de envenenamento  foi João VIII, mas ele acabou morto a golpes de martelo pois o preparado demorou a fazer efeito. Não confundir com o antipapa João VIII (844).

Leão V (903)
O Papa Leão V foi consagrado em agosto de 903, sucessor de Bento IV, governou a igreja por menos de dois meses. Uma das facções lideradas por um Capelão chamado Cristóvão tumultuou as ruas da cidade e nesta desordem Leão V fora preso , arrastado a uma prisão e morto misteriosamente. As boas línguas atribuem sua morte a Sérgio III que o sucedeu.

João X (914)
O Papa João X eleito em março de 914, sucessor de Lando em uma eleição marcadamente influenciada por Theodora, irmã e rival da Senatriz Marócia, então casada com Alberico I. Um casal de devassos que dominava Roma. O Pontífice foi deposto, aprisionado e asfixiado em maio de 928 por capangas de Marócia a mando de uma das filhas de sua amante.

Bento VI (973)
O Papa Bento VI teve sua eleição confirmada pelo Imperador em 19 de janeiro de 973 . Durante seu pontificado confirmou os privilégios de várias igrejas e mosteiros. O mais importante foi seu fim trágico. Bento VI foi feito prisioneiro  no Castelo Santo Angelo por uma facção da nobreza liderada por Crescêncio, irmão do Papa João XIII, e pelo Diácono Bonifácio que o sucederia como Papa Bonifácio VII. Em outubro de 974, após dois meses prisioneiro, foi estrangulado por ordem de Bonifácio VII para evitar que fosse libertado pelo Imperador Otão II.



Celestino V (1294) 
O Papa Celestino V governou a igreja  durante alguns meses do ano 1294. De caráter fraco, submisso e desajustado para o cargo, deixou-se iludir por Carlos II Rei de Nápolis, mudando para seu reino onde distribuiu privilégios e cargos aos amigos. Sua morte foi atribuída a um envenenamento ordenado por seu sucessor Bonifácio VIII. Canonizado como São Pedro Celestino.
 
Benedito XI (1303-1304)
Quando eleito Papa, adotou o nome de Bento XI e desde logo procurou fazer a paz, retira a excomunhão da família Colona que incluía dois cardeais mas a oferta é recusada originando vários tumultos populares o que leva o Papa a abandonar Roma e  refugiar-se em Perúgia. Adoeceu repentinamente em 29 de junho de 1304 e faleceu misteriosamente nove dias depois, em 7 de julho de 1304. Alega-se que lhe foi dado vidro moído misturado a figos.
Paulo II

Alexandre VI (1492-1505)
Considerado o pior de todos os Papas, foi consagrado gestor da igreja em 10 de agosto de 1492 até morrer envenenado com uma dose de arsênico em 19 de agosto de 1503. Seu pontificado é um paradigma de corrupção papal ocasionada pela invasão dentro da igreja, mais tarde este fato foi usado como desculpa para a separação dos protestantes. Alexandre VI foi, sem dúvida, um papa corrupto, pouco dado às virtudes cristãs.Teve pelo menos sete filhos, entre os quais, César e Lucrécia Bórgia

Leão X (1513-1521)
Já Leão X teria sido vítima de uma tentativa frustrada de assassinato: cinco Cardeais teriam contratado um cirurgião para tratar-lhes as hemorroidas introduzindo-lhe veneno no ânus, mas a trama foi descoberta a tempo.

João Paulo I(1978)
O Papa João Paulo I, denominado de Papa Sorriso, foi pontífice durante o curto período de 26/08/1978 a 28/09/1978. O momento de sua morte, apenas um mês depois de sua eleição para o papado, e alegadas dificuldades do Vaticano com os procedimentos cerimoniais e legais, juntamente com declarações feitas após sua morte, fomentaram várias teorias da conspiração. Um autor britânico escreveu extensivamente sobre crimes não resolvidos e teorias da conspiração, e em seu livro “Em Nome de Deus” sugeriu que João PauloI morreu porque estava prestes a descobrir escândalos financeiros envolvendo o Vaticano. O Banco do Vaticano era o principal parceiro do Banco Ambrosiano e com a morte súbita do Papa João Paulo I em 1978 surgiram rumores de que haveria ligações com as operações ilegais daquela instituição. O Banco do Vaticano foi acusado de desviar verbas secretas dos EUA, do Sindicato Solidariedade da Polônia  e os Contras da Nicarágua por meio do Banco Ambrosiano.
Fomos colonizados por ibéricos, herdamos sua cultura, seus costumes e sua fé. Não sabemos se, com a miscigenação, eles foram dominantes ou recessivos. O certo é que nós herdamos seu gene e seu meme. Somos preguiçosos, desonestos e de  baixo QI. Isto dificulta nossa evolução. Nem porisso o mundo acabou.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL – NASCEU A VERDADEIRA RELIGIÃO (?)




FELIZ NATAL – NASCEU A VERDADEIRA RELIGIÃO (?)

Estamos próximos pra celebrar o natal do nascimento do menino Jesus no dia 25 de dezembro de 2012. O nascimento do menino Jesus marcou profundamente a história da humanidade.

Nunca se discutiu tanto a vida histórica deste menino-Deus como nos últimos tempos e quanto mais o Jesus histórico é procurado mais o Jesus Místico é amado e entendido. Será?

Será que a religião cristã tem sido uma resposta ao que o Mestre Jesus nos ensinou? Ou é uma instituição refém de seus dogmas e verdades absolutas em que elas mesmas entre si não se entendem ao mesmo tempo em que se acham tão absolutas.

Aqui uma reflexão teológica, pastoral e prática de como viver uma religião do Fórum Mundial de Teologia e Libertação celebrando dentro do Fórum Social Mundial, em Dakar, no Senegal, uma oficina sobre "Religiões e Paz: A visão/teologia necessária para tornar possível uma Aliança de Civilizações e de Religiões para o bem comum da humanidade e a vida no planeta". A organização da oficina é da Associação Ecumênica de Teólogos/as do Terceiro Mundo - ASETT/EATWOT.

Religiões e Paz


A visão/teologia necessária para tornar possível uma Aliança de Civilizações e de Religiões para o bem comum da humanidade e a vida no planeta.

- As religiões são uma riqueza inestimável para a humanidade, porque têm um caráter transcendente e respiram uma presença divina: são expressões da necessidade de transcendência, da busca do sentido para a vida humana, da veneração do sagrado, da experiência espiritual e mística. Por meio de tudo isso, em suas múltiplas e inesgotáveis expressões, manifesta-se a presença desse Mistério que os povos invocaram nelas com diversos nomes.

- As religiões também são obras humanas, elaboradas pelos diversos povos, com o melhor de si mesmos, mas, ao mesmo tempo, com suas limitações humanas, com suas perspectivas limitadas e seus próprios pecados de ambição, de poder, de etnocentrismo. Não devemos idolatrar as religiões, nem dar-lhes um poder ou uma credibilidade absoluta, mas sim assumi-las com uma benevolência responsável, crítica e compreensiva.

- As religiões também são obras culturais, com todas as características da cultura, que reflete a idiossincrasia peculiar de cada povo, sua identidade irrepetível, sua linguagem intraduzível, suas categorias próprias e incomensuráveis. E, ao mesmo tempo, são expressões da grandeza da alma humana, com idênticas e profundas necessidades em cada coração humano.

- Todas as religiões são verdadeiras enquanto pretenderem serem caminhos de realização da dimensão profunda do ser humano. E, ao mesmo tempo, têm algo de falsidade ou cometeram erros, enquanto pretenderam dominar as consciências e impor-se aos povos por acreditarem-se superiores. Ou desprezaram as demais por acreditarem-se superiores.

- A Divindade saiu ao encontro de todos os povos, em muitas ocasiões e de múltiplas formas. Toda essa pluralidade, verdadeira biodiversidade religiosa, reflete a irrepreensível riqueza da profundidade espiritual humana. Ela deve ser valorizada, agradecida, protegida e conservada. A convivência respeitosa e fraterna das religiões entre si leva a um enriquecimento mútuo e a um melhor serviço à Humanidade, às qual, em definitivo, querem servir.

- As religiões devem assumir a Regra de ouro na qual praticamente todas elas coincidem: "Trata os demais como queres que os demais te tratem". Com essa Regra internamente assentida, as religiões devem se encher de ternura e de misericórdia para com toda a Humanidade, para depôr toda atitude de prepotência, domínio e divisão, e colaborar com todas as suas forças para construir uma Paz profunda e estável entre os seres humanos e a natureza, que atualmente corre um grave risco em sua estabilidade.

- Essa Regra de ouro deve ser aplicada igualmente ao resto da vida e da natureza neste planeta, não considerando-nos seus donos, nem agir irresponsavelmente como depredadores insensatos que destroem o próprio nicho biológico em que habitam. Somos fruto e parte dessa prodigiosa Natureza, da qual surgimos de dentro e de baixo. E, neste momento, em que já não cabe duvidar de que a nossa espécie está pondo em perigo iminente a sua própria continuidade e a da vida em geral, as religiões têm que se unir para unir também toda a Humanidade na maravilhosa e urgente missão de salvar o planeta e evitar a autoextinção na que nos colocamos.

- Depois de milênios de caminhar sozinhas, cada uma em seu vale, cantando louvores à Divindade, as religiões, que saíram agora de seu vale e se encontraram com as demais na planície da atual mundialização, devem se irmanar em um mesmo e multiforme canto de louvor e em uma sincera e irreversível aliança de civilizações e religiões em favor do planeta, da vida, do amor, da justiça e da paz.

Só com tal visão será possível caminhar à altura das exigências morais e espirituais desta hora. Não há nada mais urgente que as religiões possam oferecer hoje à Humanidade, para a Paz-Shalom-Shalam do mundo.

 A EATWOT assume como própria essa visão.

Caros confrades quem se arrisca em dizer qual deve ser o perfil das novas religiões hoje? Quem ousaria definir uma igreja modelo para caminhar? E há ainda espaço para as religiões? Estamos próximos ao esvaziamento que ocorre na Europa? O novo perfil do religioso é o espiritualista-fundamentalista?


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

LILITH, O MITO( By Anja Arcanja)



By Anja Arcanja

postado originalmente no meu blog O Mundo Da Anja http://omundodaanja.blogspot.com.br/2012/12/lilith-o-mito-by-anja-arcanja.html

O Canto de Lilith (Romulo Narducci)

Sou do desejo a inspiração divina,
Dos homens o paraíso e o inferno.
Não há castelos, presídios ou mosteiros
Que eu não entre furtiva
E semeie o desejo pleno.

Penetro mentes em doces devaneios,
Invado corpos em frenesis supremos.
O oriente conclamou-me religião,
O ocidente devotou-me maldições.

Inspirei Sade em seu clastro,
Tentei Cristo e Sidarta.
Não há quem não resista ao meu abraço,
Não há quem não sinta o fio da adaga,
E aos conjurosos movimentos de meus quadris
Não se entregue ao meu beijo perdido.

Beije-me e terás a morte dos sentidos!


Lilith... um mito que precede o folclore judaico, pois é de origem Suméria, sendo a resplandecente "Rainha do Céu", seu nome, “Lil” sinônimo de “ar” ou ‘tormenta”. Segundo Engelhard, a figura feminina de Lilith está presente nas mitologias sumerianas, babilônicas, assíria, Cananéia, hebraica, árabe, persa e teutônica, mas, é rejeitada pela cultura e religião judaica sobremodo,  tradicional, machista e patriarcal (redundância intencional). Mas o mito ganhou força mesmo nas lendas folclóricas assírio, babilônica e  hebraica, habitando sempre os desertos e, na cultura hebraica, após abandonar a Adão fugiu para o deserto,  onde teve turbulentas aventuras eróticas com anjos caídos e se firmou como demônio. Lilith profanou o nome de Deus e, habitava nos desertos no em torno ao mar vermelho, onde também habitam os demônios e espíritos malignos, segundo a tradição hebraica, é um lugar maldito! Com sua sede de vingança, ceifava a vidas dos viajantes que passavam, mantendo com eles relações sexuais e após o coito, decepava-lhes o pênis apenas com a força da vagina. Reza a lenda que Lilith era capaz de gerar 100 filhos por dia! Incubus, quando masculinos e sucubus quando femininos. Eram demônios com poderes vampíricos e daí surgiram as lendas dos vampiros.  Nas lendas judaicas onde impera o machismo e o regime patriarcal, Lilith é sempre vista de forma negativa, enquanto Eva, é apresentada como dona de uma singular beleza e de qualidades impares e sempre, SUBMISSA.

São inúmeros e divergentes os relatos orais e escritos sobre o mito Lilith. Samael Aun Weor, fundador do Movimento Gnóstico Cristão Universal diz que Adão teria tido duas esposas originalmente: Lilit e Nahemah. Para Samael Aun Weor, “Lilith é a mãe dos abortos, da homossexualidade e, em geral, de toda classe de crimes contra a natureza. Nahemah é a mãe da beleza maligna, da paixão e do adultério”.  Por isso, ambas refletiriam o que os esotéricos gnósticos chamam de infrassexualidade, que é tratada pelos gnósticos, como toda a relação “contrária” a natureza humana, como por exemplo, PARAFILIAS, COMPULSÕES, FIXAÇÕES, PERVERSÕES, FETICHES, FANTASIAS e demais “desvios” em relação ao que se considera sexualidade "normal". É um demônio!

É impossível não fazer uma análise do mito de Lilith em relação ao surgimento da inquisição na Idade Média; pois estão intimamente ligados. No tribunal do Santo Ofício os inquisidores consideravam como bruxa toda mulher que demonstrasse algum tipo de rebeldia contra a ordem patriarcal. A rebeldia era o primeiro sinal de bruxaria. Se a mulher fosse ruiva ou albina, o inquisidor não tinha mais dúvida que estava realmente diante de uma bruxa. O julgamento era precedido de torturas e, durante o julgamento a mulher era torturada in extremis até confessar suas relações com o demônio. Quando esta confissão ocorria os inquisidores aumentavam as torturas até que a mulher confessasse que mantivera relações sexuais com o demônio. Estas supostas relações sexuais eram descritas com riquezas de detalhes eróticos o que transformava o tribunal do Santo Oficio numa orgia sadomasoquista. A punição de Lilith, por outro lado, reside no seu banimento da comunidade dos homens: no isolamento social e na solidão. Ela deve sofrer as consequências dos seus atos sozinha no deserto. Deve ainda atormentar com sua sensualidade e seu erotismo o sonho casto do santo, daquele que busca ter um coração puro. Nisto consiste a sua maldição. Ela agora não é apenas excluída, é temida. E pela força da sua sensualidade é também desejada. A relação de Lilith com o sexo oposto é marcada pela ambivalência: amor e ódio, atração e repulsão, medo e desejo, prazer e destruição.

Como disse Engelhard:

"Toda a experiência de angústia, que combina opressão, terror, pânico, ânsia, susto, respiração ofegante, frenesi, é a terrível presença de Lilith, que também provoca, com sua força sexual psíquica, orgasmos desenfreados, desejos promíscuos. Porém, logo em seguida, sobrevém grande melancolia, profundo mal estar, sensação de peso e profunda depressão, sentimento de insegurança e desconfiança, com choros súbitos e dores de cabeça, além de moleza nos membros inferiores."

Muitos veem no mito Lilith apenas a luxúria e desenfreado desejo sexual e de onde vem também o desejo pela homossexualidade e é a causa da repulsa pelos cristãos, que, sem ter conhecimento do que representa o mito, o demonizam e até hoje dão aos que, seja por força de um distúrbio ou que seja sua natureza, tem um apetite sexual exacerbado em comparação a maioria comum, estar sendo dominado pelo demônio Lilith, demônio que invade os sonhos masculinos causando-lhes polução noturna ou desejo de masturbação e nas mulheres, desenfreado desejo sexual ou bissexual (este também presente nos homens).

Mas não é apenas assim que Lilith deve ser vista, antes, ela representa o desejo de se compreender a diferença entre os mitos da criação de Gênesis, já que em sua primeira história Genesis 1: 26 - 28, homem e mulher são criados iguais e conjuntamente, enquanto na segunda história, em Gênesis 2: 20 - 25, a mulher é criada depois do homem e a partir de seu corpo. Talvez daí, Lilith, tendo sido feita da mesma matéria prima de Adão, sentindo-se (e sendo) igual a ele, não admitia apenas ser dominada na hora da cópula, mas queria dividir com Adão a tarefa não apenas de nomear a criação, mas quiçá também quisesse zelar do jardim, dividindo igualmente com o homem todas as tarefas; tanto as dele, como as dela e é esta lógica que hoje muitas mulheres veem em Lilith. A luta não por independência, mas por igualdade.

Priscila Pereira, ativista feminista, teóloga e mestrando em ciência da religião, assim descreve Lilith: 

“Lilith, que segundo o mito rabínico, foi a primeira esposa de Adão; a mulher que não foi criada da costela, mas da mesma estrutura e junto ao homem; aquela que tinha liberdade com o próprio corpo, com sua sexualidade, e por causa disso, foi expulsa e demonizada, para que servisse de exemplo às suas descendentes, e ficasse subentendido que a mulher vem do homem, deve se submeter e dar prazer, e não receber. A primeira feminista, que brigou contra os dogmas, conhecia o próprio corpo e teve coragem de sair de sua zona de conforto em busca de sua liberdade e igualdade.”

E é assim que eu, também a vejo: o mito que anseia igualdade, a mulher que não se submete, mas também seria um demônio que atrai e afugenta os homens? É temida e desejada? O mito foi demonizado pela força masculina imposta por uma sociedade que provém de uma cultura historicamente patriarcal, sufocou o grito do mito Lilith e não apenas o sufocou, mas, deu-lhe o status de mãe de toda impureza e (homo) sexualidade tida pela sociedade (patriarcal) como sendo algo antinatural, impróprio, indesejado e que, portanto, devesse ser banida de nosso convívio, usando todo e qualquer meio necessário para banir do convívio da sociedade, este mal demoníaco que veio para assombrar não somente homens, mas também mulheres com seu desejo, volúpia e compulsão pelo prazer (seja ele sexual ou não). Mas ainda hoje este grito ecoa nas mentes e corações de mulheres que buscam igualdade entre os gêneros.

Sou indomável, sou sexual, sou temida e não temo a ninguém; eu vou à busca do que quero e, conquisto. Eu sou Lilith! (Anja Arcanja).

"Desde o início da criação, foi somente um sonho" (Rabi Simon ben Laqish)